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A bem da Nação

LIDO COM INTERESSE – 18

 Título: Quinhentos Escudos Falsos

Thomas Gifford

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Autor: Thomas Gifford

Editores: Publicações Dom Quixote, Lisboa

Edição: Janeiro de 2007

 

 

Sobre Thomas Gifford são fornecidas as datas de nascimento, 1937,  e de morte, 2000 e pouco mais: informa a Publicações Dom Quixote que todos os seus livros são best-sellers sendo que um desses foi Assassini.  

 

Sobre Alves dos Reis, Thomas Gifford pesquisou bastante, parece. Num pontito ou outro apresenta contas apressadas, por exemplo, quando diz que a avó de Alves dos Reis era uma sobrevivente do grande terramoto de 1755, escrevendo mais adiante que em 1904 Alves dos Reis tinha 8 anos.

 

Mas passando estes pormenores, T. Gifford, desenvolve a tese de que Alves (assim o trata) era o único português com cabeça, empreendedor, que sabia o que queria e que o sabia fazer, que desenvolveu Portugal e Angola, que foi abafado por todos os políticos e bancários portugueses, mesquinhos, retrógrados e pouco cultos. Que Alves, sim, poderia ter cometido um crime mas que os dos outros eram incomensuravelmente maiores pelo atraso que provocavam aos portugueses. Que o dinheiro que Alves gastou consigo, nesta conjuntura, foi justo e correcto. Que o retiraram de cena para lá colocarem o verdadeiro carrasco de Portugal: Salazar.

 

Confesso que a ideia me apareceu como inesperada, insólita. Mas também confesso que não posso fazer pesquisa sobre Alves dos Reis para formar a minha opinião.

 

Haverá alguém a quem este assunto interesse e que possa escrever sobre? Muito agradecia.

 

Linda-a-velha, Maio de 2007

 

Maria Eugénia Múrias

 

 

 

MORREU MILTON FRIEDMAN

 (1912 - 2006)

Do “Jornal de Negócios” on-line

 

“O Wall Street Journal está a noticiar que Milton Friedman morreu, citando a filha do economista.

Originário de uma família muito pobre, cujos pais emigraram da Rússia, Milton Friedman nasceu no bairro de Brooklyn, em Nova Iorque, a 31 de Julho de 1912.

Depois de completar a educação básica com menos de 16 anos de idade, mesmo tendo perdido o pai, conseguiu manter-se na universidade graças a uma pequena bolsa e grandes sacrifícios financeiros.

No auge da Grande Depressão (1932), Friedman concluiu os seus estudos em Rutgers, tendo-se destacado nas disciplinas de Matemática e Economia. Escolhe a Universidade de Chicago para tirar o mestrado em Economia.

Trabalha com Frank Knight que, na época, se destacava nos meios académicos pelas teses conservadoras. É nesse contexto que se começa a enraizar na formação do pensamento de Friedman a ideia de que a solução para os problemas de uma sociedade é dada por um sistema de competitividade e liberdade absoluta.

Depois de participar do programa de reconstrução do New Deal, especificamente num estudo sobre os padrões de consumo familiar, ingressa em 1946 na Universidade de Chicago.

Friedman foi colunista da revista semanal Newsweek e membro do Departamento Nacional de Pesquisas Económicas. Foi conselheiro do governo chileno do General Pinochet e muitas das suas ideias foram aplicadas na primeira fase do governo Nixon.

O seu posicionamento claro e ortodoxo criou-lhe muitos adversários, no plano das ideias, e foi motivo de muitas controvérsias. Conduziu-o, no entanto, à liderança de uma doutrina de pensamento económico. Pelas suas realizações nos campos da análise do consumo, da história monetária e da teoria e demonstração da complexidade da política de estabilização, ele ganhou o prémio Nobel da economia em1976.

(Informação sobre o percurso de Milton Friedman retirada da Wikipédia)”

 Stigler, Friedman e Wallis . . . os homens não se medem mesmo aos palmos

Concorde-se ou não com o liberalismo acérrimo de Friedman, temos que reconhecer que era um grande pensador económico e que sempre se preocupou com o bem-estar das populações. VIVA Friedman !

Henrique Salles da Fonseca

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