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A bem da Nação

ONDE ESTÁ A NOSSA SÉRVIA?

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A conquista muçulmana não militar da Europa a que assistimos actualmente, que de início era feita por supostos refugiados de guerras no Médio Oriente, evoluiu para um movimento que se presume organizado, premeditado e planeado.

 

Tudo leva a crer que essa movimentação seja promovida por quem disponha de avultados meios financeiros, suficientes (ou mesmo mais do que suficientes) para conseguir assumir mega-custos, nomeadamente os relativos aos fees exigidos pelos traficantes que transportam os miseráveis (islamizados) desde origens subsaarianas até às fronteiras meridionais da UE.

 

Tomando em consideração o que se sabe do passado no que respeita ao compromisso estabelecido no séc. XVIII entre Muhammad bin Saud (1692 - 1765), primeiro emir da Al-Diriyah e fundador do Reino Saudita e o teólogo Ibn al Wahhab (1703 - 1792), é admissível que esses financiadores sejam, para além da própria Arábia Saudita, os demais Estados super-ricos sunitas do Golfo, o Bahrein, o Katar, o Kuwait, Oman, Abu Dhabi e até mesmo o «moderado» Dubai.

 

E que fazem os Estados europeus? Ao abrigo do princípio de que a Europa deve ser um espaço de acolhimento de quem se sente mal noutras regiões do mundo, criam condições favoráveis à instalação desses «refugiados» construindo Mesquitas, instalando Madraças, institucionalizando o ensino do árabe e sustentando os «imigrantes» com subsídios. Destes, consta que 78% dos homens e 92% das mulheres não trabalham. Ou seja, vivem dos nossos impostos e o «politicamente correcto» pôs-nos a pagar a nossa própria destruição.

 

Mas – e lá vem o tal «mas» tão frequente - parece que já vai havendo quem queira fazer algo contra a invasão em curso opondo-se ao establishment político a que os established se apressam a apelidar de populistas, reaccionários, extremistas (de direita, claro, mesmo que o não sejam).

 

Neste momento, Novembro de 2018, há já 8 países da União Europeia com Governos claramente contrários à invasão. São eles a Áustria, a Bulgária, Eslováquia, Eslovénia, a Hungria, Itália, Polónia e a República Checa. Mas também já os há com membros dos respectivos Parlamentos defendendo claras posições contrárias à progressiva islamização das sociedades europeias. Esses Deputados estão presentes nos Parlamentos da Alemanha, Bélgica, Chipre, Dinamarca, Finlândia, França, Grécia, Letónia, Holanda e Suécia.

 

Contudo, ainda há muitas avestruzes na Europa escondendo a cabeça na areia fingindo que o problema não existe. Trata-se da Croácia, de Espanha, Estónia, Irlanda, Lituânia, Luxemburgo, Malta, Portugal e Roménia.

 

Oxalá que, quando tirarem a cabeça para fora do buraco, o problema não tenha assumido proporções semelhantes à do Kosovo. É que os cristãos kosovares ainda puderam refugiar-se na Sérvia mas nós não temos uma Sérvia à nossa espera.

 

8 de Novembro de 2018

Navegando no Pacífico-ABR17.jpg

 Henrique Salles da Fonseca

 

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