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A bem da Nação

ISLÃO – PENSADORES

 

O mundo confronta-se hoje, e desde há mais de treze séculos com um perigo maior que o Ébola, a gripe espanhola no fim da I Guerra, a peste do século XV, os genocídios constantes – Arménios, Holodomor, Holocausto, Biafra, etc. – talvez só inferior à galopante concentração de riqueza na especulação financeira, que sufoca o crescimento.

 

No mundo há cerca de um bilhão e meio de muçulmanos. Não se sabe quantos são “pessoas normais”, pacíficas, certamente mais de 99,7%. Como é que permitem que um punhado de bandalhas, os restantes 0,3% lhes estrague as vidas? Com este terrorismo absurdo, não é só o ocidente que vive com o terror; são também aqueles que seguindo sem perturbar a lei de Maomé se vêm ameaçados e por todos os lados. Os “infiéis” desconfiam de todos e os terroristas não hesitam em matar também aqueles que não os seguirem, sejam eles quem forem.

 

Quando um chefe terrorista se lembra de “lançar uma jihad” pobres daqueles que não o seguirem.

 

É bom meditar sobre os escritos abaixo que vêm desde o século XIII.

 

Maomé seduziu os povos com promessas de volúpias carnais, com desejos de posse da concupiscência da carne. Deixando o freio à volúpia, ele ordenou os seus mandamentos de acordo com as suas promessas, aos quais os homens podem facilmente obedecer.

 

Na verdade ele só prometeu facilidades a atingir por qualquer espírito mediocremente aberto. Pelo contrário, misturou as verdades do seu ensinamento com fábulas e doutrinas falsas.

 

Não apresentou nenhuma prova sobrenatural, que são as únicas provas que provem a origem duma inspiração divina.

 

Uma prova sobrenatural (um milagre) é uma obra visível que não pode ser se não obra de Deus que prova que o homem que fala em nome de Deus é visivelmente inspirado por Deus.

 

Maomé pretendeu, muito pelo contrário que ele era enviado por Deus porque tinha armas. As provas pelas armas só valem aos tiranos e bandidos. Aliás, os que primeiro acreditaram em Maomé não foram nem os sábios ou estudiosos das ciências divinas ou humanas, mas homens selvagens dos desertos, completamente ignorantes de toda a ciência de Deus, à sombra de Seu grande nome, o ajudou, pela violência das armas a impor a sua lei a outros povos. Nenhuma profecia divina testemunha em seu favor; muito pelo contrário deforma os ensinamentos do Antigo e do Novo Testamento com histórias lendárias, como é evidente para quem estuda a sua lei.

 

Do mesmo modo, por um meio cheio de astúcias, ele proíbe aos seus discípulos de ler o Antigo e Novo Testamento que os poderiam convencer da falsidade da sua doutrina.

É evidente que aqueles adicionam a fé à sua palavra, o fazem de ânimo leve, irreflectida.

  (S. Tomás de Aquino – 1225/1274)

 

Islão! Esta religião monstruosa tem por base a ignorância, para persuasão a violência e tirania, para todo o milagre as armas, que estão ameaçando o mundo para restaurar pela força, em todo o universo, o Império de Satanás.

Islão-Bossuet.png (Jacques Bossuet /1627-1704. Bispo de Condom e escritor).

 

Todos os germes da destruição social estão na religião de Maomé.

Islão-Chateaubriand.png (François René de Chateaubriand / 1768-1848. Escritor).

 

A religião de Maomé, a mais simples nos seus dogmas... parece condenar à escravidão, a uma incurável estupidez, toda a vasta porção da Terra por onde estendeu o seu império.

Islão-Condorcet.png (Condorcet - Marie Jean Antoine Nicolas de Caritat, marquês de Condorcet / 1743-1794).

 

O Corão, esse livro malvado, foi o suficiente para fundar uma grande religião, satisfazer durante 1200 anos as necessidades metafísicas de milhões de homens; ele deu um fundamento à sua moral, inspirando um singular desprezo pela morte e um entusiasmo capaz de enfrentar guerras sangrentas, e de usurpar as mais vastas conquistas. Nós encontramos aí a mais triste e mais pobre forma de teísmo... Eu não consigo descobrir nele uma só ideia mesmo pouco profunda.

Islão-Schopenhauer.png (Arthur Schopenhauer / 1788 -1860. Filósofo).

 

O Corão é a poligamia, o sequestro de mulheres, a ausência de toda a vida pública, um governo tirânico e desconfiado que obriga a esconder a vida e rejeita todos os afectos do coração do lado de dentro da família.

(...)

Eu estudei muito o Corão... Confesso que sai deste estudo com a convicção que tinha havido no mundo, em todos os tempos, poucas religiões tão funestas aos homens como esta de Moamé. Ela é, segundo a minha opinião, a principal causa da decadência hoje tão visível no mundo muçulmano... e a vejo como um decadência muito mais do que um progresso.

Islão-Tocqueville.png (Alexis de Tocqueville / 1805-1859. Escritor e político).

 

Se alguém prefere a vida à morte, deve preferir a civilização à barbárie. O islamismo é o culto mais imóvel e o mais obstinado; é bem preciso que aqueles que o professam desapareçam se não mudam de culto.

Islão-de Vigny.png (Alfred de Vigny / 1797-1863. Escritor).

 

Aquele que pretende ser o profeta de Alá deveria ter credenciais, quer dizer, profecias, milagres e a integralidade do conjunto da sua vida. Nada disto se encontra em Maomé, este homem de pilhagem e de sangue que prega a sua doutrina a golpes de cimitarra, prometendo a morte sobre um terço do mundo conhecido.

Islão-Mgr Pavy.png (Monseigneur Louis Pavy, Évêque d’Alger / 1805-1866).

 

O Islão é contrário ao espírito científico, hostil ao progresso; há nos países que ele conquistou um campo fechado à cultura racional do espírito.

Islão-Renan.png (Joseph Ernest Renan / 1823-1892. Filósofo, historiador e crítico).

 

A influência desta religião paralisa o desenvolvimento social dos seus fiéis. Não existe maior força retrógrada no mundo. Se a cristandade não for protegida pelos braços fortes da ciência, a civilização da Europa pode cair, como caiu a de Roma antiga.

Islão-Churchill.png (Winston Churchill / 1874-1965).

 

Eu fiquei impressionado com a semelhança do nacional socialismo, o nazismo, com o Islão e esta impressão só tem se confirmado e reforçado cada vez mais.

Islão-Keyserling.png (Hermann Von Keyserling / 1880-1946. Filósofo).

 

Os nazis são os melhores amigos do Islão.

Islão-Mufti.png (O grande Mufti de Jérusalem em 1943: Mohammed Amin al-Husseini)

 

Não tenho nada contra o Islão, porque esta religião se encarrega, ela mesmo, de instruir os homens, prometendo-lhes o céu se eles combaterem com coragem e forem mortos nos campos de batalha: em breve será uma religião muito prática e sedutora para os soldados.

 Islão-Himmler.png (Heinrich Himmler, Comandante da SS / 1900-1945).

 

O grande fenómeno da nossa época é o aumento da violência islâmica. Subestimada pela maioria dos nossos contemporâneos, este crescendo do Islão é analogicamente comparável ao princípio do comunismo da era Lenine. As consequências deste fenómeno são ainda imprevisíveis. No princípio da revolução marxista acreditava-se ser capaz de deter a maré por soluções parciais. Nem o cristianismo nem as organizações patronais ou de trabalhadores não encontraram resposta. Tal como hoje o mundo ocidental não parece minimamente preparado para enfrentar o problema do Islão.

Em teoria, aliás, a solução parece extremamente difícil.

Talvez seja possível na prática, se nós, para nos limitarmos à questão aos franceses, se uma atitude positiva for pensada e executada por um verdadeiro homem de Estado.

Os dados actuais do problema levam a crer que de várias formas a ditadura muçulmana vai-se estabelecer sucessivamente através do mundo árabe. Quando eu digo muçulmano penso menos nas estruturas religiosas do que nas temporais que derivam da doutrina de Maomé.

Talvez soluções parciais sejam suficientes para conter a corrente do Islão, se elas forem aplicadas a tempo. Actualmente é já demasiado tarde.

Os «miseráveis» terão pouco a perder. Eles preferem manter a sua miséria no interior duma comunidade muçulmana. A sua sorte não mudará muito. Nós temos deles uma concepção demasiado ocidental.

Às vantagens que nós lhe poderemos proporcionar eles preferem o futuro da sua raça.

A África negra ficará muito tempo insensível a este processo. Tudo o que nós podemos fazer é tomar consciência da gravidade do fenómeno e tentar retardar a evolução.

Islão-Malraux.png (André Malraux, 3 de Junho de 1956. Escritor e pensador)

 

Pois é. Até o Obama diz que a luta contra este terrorismo pseudo-religioso vai durar mais do que uma geração.

 

Só uma?

 

16/02/2015

 

Francisco Gomes de Amorim, Junho 2013, Lisboa.jpg

Francisco Gomes de Amorim

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