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A bem da Nação

FASTEN SEAT BELTS!

Hoje, começo com uma pergunta: - Porquê um título em estrangeiro?

E as respostas são duas: 1 - Para dar nas vistas; 2 - Para matar saudades das viagens que agora são proibidas.

Para quem não saiba ou esteja esquecido do inglês, aquilo quer dizer «Apertem os cintos de segurança!». Sim, em tom imperativo, com ponto de exclamação. O tema – e, sobretudo, o tratamento que lhe dou – é turbulento.

* * *

Que eu, economista, nada saiba do Covid, não admira mas que os virologistas e outros cientistas continuem a pouco saber (como eles próprios têm a hombridade de dizer) é de difícil aceitação. Muito difícil, mesmo.

Então, que sei eu?

  • Sei que não me interessa saber (por enquanto) quem fabricou o vírus a que chamamos Covid 19 e a que eu desnumero porque já estamos em 2021 com muitas mutações entretanto ocorridas e eu não vou estar a ligar a numerações passageiras. Para leigo como eu, é o Covid e basta.
  • Não sei quem o fabricou mas sei que foram os chineses que o soltaram e ninguém me tira da cabeça que a RPChina tem que ser responsabilizada pelo dano que está a causar à Humanidade.
  • Sei que as vacinas foram investigadas, produzidas e aprovadas em cerca de um ano quando, até há esse ano, o processo demorava cerca de 10 anos. Esta «poupança» de 9 anos faz-me desconfiar de que a história está mal contada. Mas também sei que não me vou preocupar com o assunto pois a verdade é como o azeite e a Interpol não dorme.
  • Sei que a expectativa da vacinação maciça da Humanidade foi rapidamente truncada logo após a assinatura de contratos multimilionários (refiro-me a unidades de vacinas, não a valores) assim como que por ter surgido algum arrependimento enigmático.
  • Sei que, entretanto, a mortandade continua em níveis de calamidade.
  • Sei que um laboratório em Cantanhede está a desenvolver uma vacina que só estará disponível no início de 2022.
  • Sei que em Israel desenvolveram um fármaco barato que salva vidas terminais afectadas pelo Covid.
  • Sei que na Universidade do Porto há uma Investigadora que conhece essas «poções» a que se referem os israelitas.

Isto, o que sei a partir de alguns telejornais.

Segue-se o que eu faria se mandasse:

  • Mantinha o Vice-Almirante meu homónimo na chefia do Programa Nacional de Vacinação;
  • Apoiava ilimitadamente o laboratório de Cantanhede até à operacionalidade da vacina agora em desenvolvimento;
  • Graduava em Tenente-General a Investigadora da Universidade do Porto e dava-lhe o mandato de levar o Laboratório Militar a produzir o fármaco que salva as vidas à semelhança do que anunciam os israelitas.

Salvo melhores opiniões.

Ah! Já me esquecia: não há royalties para ninguém, estão vidas em causa.

Fevereiro de 2021

Henrique Salles da Fonseca

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