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A bem da Nação

OS TERRORISTAS OU FUNDAMENTALISTAS

 

 

Há dez anos, em 2003, escrevi uns textos em que fiz um passeio por intelectuais, pensadores, cientistas, e terminei na engenharia. Nesse tempo ainda não se falava muito em terroristas, ou fundamentalistas, baderneiros, vândalos, e outros execrandos similares, uma vez que estes pertencem, TODOS, a uma classe que se pode definir como covardes ou medrosos.

 

Covardes ou medrosos são a mesma coisa. O covarde sabuja os mais fortes e quando pode ataca-os pelas costas, como Brutus fez a Julio César, ou aos indefesos, como fazem os ataques dos fundamentalistas na Nigéria, Sudão e até no Egito onde querem acabar com os cristãos. Tudo por medo. Medo de olharem nos olhos do irmão que não pensa como eles. Porque têm medo de os enfrentar face a face.

 

Já não é necessário que o enfrentamento seja em guerras, mas basta o olhar de um simples, para que os covardes desviem a cara e procurem vingar-se na covardia.

 

O Brasil, FINALMENTE, despertou para o desastre que os PTralhas vinham fazendo há mais de dez anos, e o povo abriu os olhos e levantou-se.

 

Como é evidente, no meio dos que que se manifestavam contra o desmando dos (des)governos, surgiram algumas centenas de covardes. Os baderneiros, os vândalos, os que aproveitam a confusão para se vingarem de si próprios, incapazes de lutarem pelo bem comum, mas somente por interesses escusos ou por paranóia destrutiva.

 

O excelso ex-atual presidento, a quem o povo já chamou de nosso guia (que de acordo com as instruções da madama dona presidente deveria chamar-se o nosso guio – porque ela acha que é necessário separar o masculino do feminino nas gramáticas governantes), apanhado de surpresa pelas manifestações contra o descalabro por ele iniciado – e continuado – fechou-se no instituto com o seu nome e começou com reuniões, à porta fechada, com as zelites da baderna: jovens do PCdoB, do MST, da UNE (que ele comprou) e outras fundamentalistas, porque não aceitam perder o generoso puleiro a que se alcandoraram. E o guio foi claro nas instruções que lhes deu: “misturem-se às manifestações - que deveriam ser pacíficas - e desmoralisem o movimento, porque o que se está passando é obra da direita!”

 

O honorabilissimus presidentus, ignorante mas vivaço, demasiado vivaço, ainda não aprendeu, apesar de tantas honorificações universitárias, que não há mais esquerda nem direita a não ser quando os sargentos ensinam os recrutas a marchar.

 

Mas ele quis referir-se aos ricos! As zelites! Hoje, milionário, bem como toda a família, vivendo de várias aposentadorias generosas e como garoto propaganda das grandes empresas brasileiras de construção, viajando e sendo pago por estas para obter obras de grande envergadura em países sul americanos e africanos, ainda não conseguiu outro “chavão” que não seja a luta contra as zelites de que ele é a própria encarnação.

 

E vá de estimular esses jovens pseudo-esquerdistas a desmoralisarem as manifestações, inclusive com atos de vandalismo em que são especialisados.

 

O movimento, como todos os movimentos começou pela indignação do preço e das condições dos transportes públicos. Mas logo o povo entendeu que estava na hora de exigir mais.

 

Em dez anos o des-governo só aplicou na área da saúde 39,3% do que foi orçado, 48,6% em saneamento, 61,3% em educação e 60,5% em transportes. O resto do dinheiro... sumiu. Evaporou-se!

 

Na saúde o orçado foi de 50,6 bilhões e aplicaram-se 39,3%; sobraram 30,71 bilhões. Do saneamento  8,58 bi, da educação 20,63 bi, e dos transportes 46,81 bi.

 

Só nestes quatro campos, vitais para o desenvolvimento do país

sumiram  103,73 bilhões de reais.

 

É muito, muito, dinheiro que foi desviado para os bolsos e cuecas da canalha na qual se inclui o honorabilissimus e seus diletos filhos, noras e outros familiares.

 

O descalabro é imenso. O ataque à res publica é descarado e tem sido impune.

 

E o des-governo enrola, mente, através da “compra” dos orgãos de informação, com destaque para as emissoras de TV como se pode ver pelo quadro abaixo.

 

Só em 2012 o gasto com publicidade, (publicidade para que? Para se elegerem!) alcançou a verba de

R$ 1.126.049.908,98

Um bilhão cento e vinte seis milhões, quarenta e nove mil novecentos e oito reais

e mais um trocadinho!

 

Em doze anos “foram-se” mais de dez trilhões!!! Ninguém vai acreditar nisto!

 

                       

 

Perdeu-se tudo: a vergonha, a decência, a ética há muito que foi riscada do vocabulário, e ganhou-se em impunidade e descaramento.

Serão do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Joaquim Barbosa, as seguintes afirmações:

 

"Somos o único caso de democracia no mundo em que condenados

por corrupção legislam contra os juízes que os condenaram.

Somos o único caso de democracia no mundo em que as decisões do Supremo Tribunal

podem ser mudadas por condenados.

Somos o único caso de democracia no mundo em que deputados após condenados

assumem cargos e afrontam o Judiciário.

Somos o único caso de democracia no mundo em que é possível que condenados

façam seus habeas corpus, ou legislem para mudar a lei e serem libertos".

 

O povo parece estar a acordar, mas o caminho será ainda muito longo, sobretudo se os terroristas que se apropriaram do país continuarem o desmando que bem lhes apetecer.

 

A solução primária é o voto. Mas aqui é ainda tão fácil comprá-lo!

 

Rio de Janeiro, 01/07/2013

 

 Francisco Gomes de Amorim

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