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A bem da Nação

O FESTIM DOS MARIMBONDOS

mali tuareg isalm 

 

A expansão feroz, brutal, demoníaca, da jihad, só entra mesmo na cabeça de selvagens, assassinos e abaixo de primários.

 

Alimentar o ódio, fomentá-lo e baseá-lo nas palavras do Profeta é o maior crime que um muçulmano pode fazer e, sempre, hipocritamente clamando ser a “vontade de Deus”.

 

Maomé pode ser, e é, para os muçulmanos o maior profeta. Têm todo o direito disso. Cada um nasce livre para pensar e adorar o Deus como entender.

 

Mas se estes crimes horrendos são cometidos em “nome de Deus, O clemente, O misericordioso”, e de Maomé, muito destorcida é a ideia que fazem de Deus/Alá e da eternidade.

 

Está escrito na Surata IX, versículo 29: “Matai os que não crêem em Deus, nem no Dia derradeiro, que não consideram proibido o que Deus e o Seu profeta proibiram e aqueles entre os homens do Livro que não professam a crença da verdade, até que paguem o tributo,

todos sem excepção, e fiquem humilhados.”

 

“E quando vos enfrentardes com os incrédulos (em batalha), golpeai-lhes os pescoços...”

 

Com esta filosofia e suas actuações – os “incrédulos”, se não forem mortos, pagarão, pela misericórdia, o tributo, e ainda ficarão subjugados - a eternidade não será para eles mais do que a continuação do inferno que estão a semear aqui na terra entre os homens indefesos.

 

Espantou e indignou o mundo quando os talibãs, que são contra representações humanas de divindades, começaram por destruir, há sete anos, as maiores estátuas de Buda que existiam no mundo. As estátuas representavam Buda de pé e mediam entre 38 e 55 metros, e pela sua beleza e antiguidade eram consideradas Património da Humanidade! Do mesmo modo destruíram inúmeras outras obras de arte, incluindo pinturas.

 

Agora os extremistas que ocuparam o Mali têm feito o mesmo, destruindo “os túmulos de todos os santos de Tumbuktu, e a cidade tem 333 santos".

 

E a maior catástrofe cultural, a destruição dos manuscritos dos séculos XII e XIII que os enviados do demónio queimaram!

 

Cortaram pés e mãos de “incréus”, açoitaram as mulheres que saíram às ruas sem o véu integral, assassinaram, enfim fizeram o festim do inferno.

 

"O único tribunal que nós reconhecemos é o tribunal divino de Shariah (...) A destruição é uma ordem divina (...) Temos que fazer isto para que as gerações futuras não fiquem confusas e comecem a adorar os santos como se fossem Deus".

 

Destroem túmulos, as belas imagens da arte africana e destroem sobretudo a liberdade dos outros.

 

São uns covardes que só atacam gente indefesa e agora estão a fugir das tropas francesas.

 

Sequestram trabalhadores, assassinam-nos, aparecem nos vídeos com ares de machos, mas, sendo assim tão machos e defensores da jihad, porque não vão atacar Israel? Um país pequenino onde vivem seus maiores inimigos, os judeus, aí sim os terroristas poderiam mostrar a sua macheza!

 

Mas vão lá? Isso eu queria ver. Infelizmente eles, mesmo bandidos atrasados mentais, não devem ter esquecido a famosa guerra dos seis dias entre Israel e Egipto. E com medo, sim com medo, atacam só gente indefesa.

 

Se um dia o seu Alá se dispuser a olhar para as bestialidades que eles fazem em Seu nome, vai transformar os seus redutos em Sodoma e Gomorra e derretê-los todos.

 

É evidente que ninguém precisa sugerir o que quer que seja aos israelitas, mas eles sabem, muito bem, como ajudar a fazer esse “milagre”!

 

E se o sionismo é uma das causas de tudo isto que estamos a assistir, é hoje também a única esperança de um dia – quando? – se dar um basta nessa gente.

 

O problema é que estão a expandir-se demais. A tal Primavera Árabe que o mundo ocidental, ingénuo, tanto aplaudiu, abriu as portas aos terroristas que já estão a desgraçar o Egipto, vão mandar na Líbia e Argélia, a Tunísia vai a seguir, e mesmo Marrocos está nos seus objectivos.

 

No médio oriente o outro bandido, o tal Bashar, agoniza perante o esforço dos rebeldes, que ao conquistarem o poder vão fazer como os comunistas na Polónia no fim da 2ª Guerra Mundial e em Portugal depois da “pacífica” revolução dos cravos, apoderando-se do comando e impondo a xária. A seguir à Síria irá o Líbano e a Jordânia, o Iémen, e os países do Sael, mais Sudão, Somália, Eritreia, e... o que vier “ao diante” se verá... como Nigéria e...

 

Espalhados os marimbondos pelo mundo – o ataque à exploração de gás na Argélia foi comandado por dois canadianoss, é verdade que de origem árabe – não vai haver mais sossego em toda a Europa nem EUA, nem África. E como ficam o Paquistão e a Indonésia?

 

A França vive sob ameaças directas, está em alerta vermelho, e todos os países que, de qualquer modo estão a ajudar o Mali a livrar-se da invasão, têm sob seus tetos dezenas de jihadistas kamikases prontos a fazer os maiores estragos.

 

E sempre, sempre, quem mais paga toda esta loucura é a população civil.

 

A guerra contra os talibãs está perdida, e mais uma vez os americanos, vão de lá sair com o rabo entre as pernas e a vergonha na cara, como já lhes sucedeu na Somália, Coreia, Vietname e noutras aventuras em que se arrogavam o direito de comandar o mundo.

 

As perspectivas agora estão piores. Espalharam, ainda mais, os marimbondos!

Sempre houve muçulmanos “normais”, e felizmente continua a haver. A maioria. Mas fecharem, e fecharmos os olhos a tamanha calamidade, tornamo-nos colaboradores.

 

No final do século XV no Oeste Africano, Soninke, região de Bafur, o Sheikh Al-Hajj Salim Suwari foi um karamogo (académico islâmico) que se debruçou sobre as responsabilidades de minorias muçulmanos que residiam numa sociedade não-muçulmana. Ele formulou um raciocínio teológico importante para a convivência pacífica com as classes dominantes não-muçulmanas chamados a tradição Suwarian, que sobrevive até hoje, apesar das pressões do modernismo. Ela pregava o comportamento exemplar para assim atrair mais gente para o Islão.

 

Mas salafitas jihadistas preferem fazer isso à bala e espada!

 

Atenção espanhóis: têm que manter um exército para proteger o Alhambra!

 

E o Al-Gharb? Paraíso de turistas?

 

Sejamos pró ou contra o sionismo; parece ser, por enquanto, o único travão.

 

Que mais nos espera?

 

Rio de Janeiro, 30-Jan-13

 

 Francisco Gomes de Amorim

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