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A bem da Nação

O NOSSO PRESENTE E O NOSSO FUTURO

 

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ALGUNS COMENTÁRIOS
 
 
  1. No “A bem da Nação” expõem-se ideias, referem-se factos para ilustração das ideias expostas e nunca se discutem pessoas, sobretudo se vivas.
 
O texto “O NOSSO PRESENTE E O NOSSO FUTURO” que tive o gosto de publicar – dividido em 11 partes para não ultrapassar os limites permitidos pelo nosso Servidor – cumpriu aquela condição fundamental. Não é vulgar encontrar fora do nosso blog textos que assim procedam e foi também por essa razão que me empenhei na sua publicação. Evidentemente que a razão principal da publicação teve a ver com o conteúdo e esse, o diagnóstico da situação portuguesa actual e a apresentação de terapêuticas, merece o meu (nosso) maior interesse.
 
Não estou com isto a proclamar a minha concordância com o que ali pudemos ler mas não quero deixar de louvar a elevação com que os assuntos foram tratados. Infelizmente, elevação rara.
 
O facto de o estudo ser datado de época já relativamente distante, só peca hoje por algumas circunstâncias entretanto ultrapassadas (eleições, ratificação do Tratado de Lisboa, Conferência de Copenhaga, etc.) mas o cerne das questões colocadas mantém-se intacto. Os Partidos nada disto discutiram nas várias campanhas eleitorais por que passámos em 2009 e os eleitores continuaram a ter que optar por pessoas e não por programas políticos alternativos.
 
Se algum político no activo ler estes comentários e o trabalho a que se referem, que fique desde já ciente de que em Portugal há quem se preocupe com assuntos sérios e nada – mas absolutamente nada – se interesse pelas acusações mútuas a que a classe política esbaforidamente se entrega em diálogos nada platónicos que apenas provocam a chacota pública ou a ira contra os desmandos transmitidos pelos telejornais. Infelizmente, baixeza vulgar.
 
  1.  Quanto à forma, noto que as questões foram amiúde colocadas com muitos considerandos pelo que as respostas só poderiam corresponder ao que os Autores queriam que os Questionados respondessem. Pareceu-me uma forma claramente tendenciosa e o trabalho teria valido muito mais se as questões não tivessem sido tão enquadradas.
Por exemplo, que esperavam os Autores que os Questionados respondessem nas matérias ambientais quando na questão inicial se afirma que a elevação do nível do mar é uma fatalidade? Logo por azar, acertaram os Autores numa das questões mais falaciosas da actualidade (a do aquecimento global) que levou ao total fracasso da Conferência de Copenhaga.
 
Outro exemplo: na política da educação, logo os Autores definem a função da Escola como sendo a da instrução, educação e socialização. E se os Questionados entendessem que as funções da Escola não eram essas? Referiam essas respostas?
 
  1. Fica a minha crítica geral de que o estudo apresentou características tendenciosas e que deu toda a guarida ao «politicamente correcto».

     

 

          Fica também o meu convite aos Leitores para que

       digam de suas justiças.

 
Lisboa, Fevereiro de 2010
 
 Henrique Salles da Fonseca
    

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