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A bem da Nação

Hamlet...

...ou  a  omeleta  dinamarquesa

 
Aquecimento global? - perguntem à sereia de Copenhaga
 
No frigir dos ovos... “tudo como dantes no quartel de Abrantes!”
Só politicalha! Ninguém se compromete perante os seus eleitores ou súbditos, como o caso da China, e o mundo que se lixe!
Até o “super messias” Obama, teve que dar o recado que possivelmente não queria, mas que o congresso mandou!
Que se dane o futuro, que se danem os países emergentes e os, em breve imergentes, como as Maldivas e o desconhecido Tuvalu, mas sempre “primeiro a mim” e, se sobrar, aos outros. Só que, por este andar, nada vai sobrar. Ninguém quer ficar de rabo preso.
O terceiro mundo diz que são os ricos que devem pagar a conta, os grandes emergentes insistem que o desenvolvimento passa invariavelmente pela fase da destruição, a Europa num desequilíbrio completo – a maioria dos países em extrema dificuldade – sem saber o que dizer, o teatro segue e baixa o pano, com lágrimas não de emoção pela arte dos actores, mas pela falsidade dos mesmos.
Tal como o Hamlet, e vem muito a propósito pela geografia do encontro, acabamos de assistir a uma grande encenação teatral, a um drama profundo. Só do Brasil foram mais de 800 actores! 800! Para quê? Para verem a representação do big líder que foi até aplaudida pelos restantes palhaços.
E plagiando o drama de Shakespeare, tivemos ali todos os elementos duma grande peça: traição, vingança, incesto, corrupção e moralidade.
Traição à vida que está em jogo. A vida de todos os seres vivos deste planeta. Vingança da politicalha, sobretudo dos opositores que sempre estão no melhor lugar para falar mal e nada concretizar. Incesto... porque vão em cima dos irmãos! Corrupção... evidente, e alguma moralidade, normalmente falsa, com a demagogia, como do big lider brasileiro a propor oferecer dois biliões de dólares para ajuda aos países pobres, quando parece “ignorar” que no seu (dele) país falta, MUITO, o ensino básico de qualidade, saneamento, justiça, etc., e continuam a vegetar milhões de pobres. E, no “olho do furacão do meio ambiente” contra a poluição do planeta, ainda autorizou a construção de cinco usinas termo-elétricas!
Mas foi aplaudido e isso traduz-se em prestígio, mesmo todos sabendo a mentira, a afronta que representa.
Pode dar os milhões aos países pobres. Ou biliões. Mas esqueceu um ligeiro detalhe: que a mão esquerda não saiba o que faz a direita. E neste caso só interessa o que a “mão direita” prometeu. Não o que fez ou não vai fazer.
194 países à espera que o Papai Noël trouxesse no seu trenó um monte de presentes climáticos. Mas as renas... fizeram greve!
A pergunta que no fim desta caricatura mundial ficou no ar foi a mesma:
- To be or not to be?
To be o quê? Foi isso que ninguém soube ou quis responder! To be responsável!
Rio de Janeiro, 22 de Dezembro de 2009
 Francisco Gomes de Amorim

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