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A bem da Nação

INFORMEM-SE, POR FAVOR!

 

 
À muito especial atenção dos economistas que divulgaram em Junho o apelo: ”Parem. E estudem”.
 
Há uma meia dúzia de obras inteiramente ao alcance das nossas empresas de construção e das nossas possibilidades financeiras, que nos trarão grandes benefícios, para as quais a Comunidade Europeia certamente nos ajudará, e que nos convém iniciar o mais rapidamente possível. Há outras que devem ser liminarmente postas de lado. Há outras, ainda, que exigem 2 ou 3 anos de estudos prévios sérios e aprofundados para escolher as melhores soluções. Ao meter tudo no mesmo saco, os economistas que, preocupados com o muito grave problema do endividamento nacional, subscreveram o recente apelo: “Parem. E estudem”, transmitiram, certamente sem ser sua intenção e sem se darem conta, uma mensagem negativa: a de que, em vez de estudarmos com muito cuidado aquilo que devemos imediatamente começar a fazer, ou nunca fazer, devemos parar para recomeçar depois de estudar tudo. O que, em termos práticos, significa, em geral, parar e não estudar nada.
 
(…)
 
 
O farol do Bugio foi feito com pedras levadas em carros de bois e há pessoas ainda vivas que foram a pé, ou a cavalo, até ao Bugio. Mas, depois, foram retiradas areias da zona do Bugio para fazer obras na margem Norte do Tejo. Hoje, passam traineiras entre a Cova do Vapor e o Bugio e as praias da Costa da Caparica têm de ser protegidas com esporões. O “fecho da Golada” é o projecto de construir um molhe da Cova do Vapor ao Bugio. É este projecto viável? Qual é o seu custo e quais as suas vantagens e eventuais inconvenientes? A Comunicação Social tem dado pouca atenção a este assunto, mas todos os que se interessam pelo Porto de Lisboa sabem que é uma questão com uma imensa importância para o seu futuro.
 
(…)
 
 António Brotas
(Professor IST)

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