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A bem da Nação

A APROPRIAÇÃO AFRICANA DOS MEIOS DE IMPLEMENTAÇÃO DA PAZ – 4

 

 Illust:RECAMP, 24.6 ko, 440x345
Conclusão
O continente africano foi o sujeito de uma mudança radical de percepção ao nível estratégico. As grandes potências, quer a UE e os EUA, quer os países emergentes como a China ou Índia, envolvem-se hoje em dia em África. Mas desde o fim dos anos noventa, este envolvimento tomou novos traços. A intervenção directa não é mais o meio privilegiado de actuação para a resolução das crises africanas. Várias iniciativas foram assim postas em acção para desenvolver as capacidades africanas de implementação da paz e da segurança. Mas esta nova política, apesar das contribuições e dos esforços quer dos EUA, quer da UE, ainda enfrenta grandes dificuldades. Assim, além do problema do mandato confiado às tropas enviadas para o terreno, impõe-se uma conclusão: agora, a UA simplesmente não tem os meios para concretizar a sua política. A operação AMIS ilustra o paradoxo africano: as opiniões públicas ocidentais só apoiam o envio de tropas para África quando as condições de segurança são controladas e por um prazo limitado, deixando a implementação das missões mais perigosas às tropas africanas mal preparadas e mal equipadas, em condições de segurança fortemente degradadas. No entanto, a maior implicação da UA na resolução das crises não pode ser avaliada só pela intervenção no Darfur e deveria ser reajustada com as lições aprendidas com o ciclo RECAMP 6 e a entrada em vigor da African Standby Force em 2010.
 
 François Escarras


Bibliografia
Livros
Défense et Sécurité nationale, Le Livre Blanc, (2008). Editions Odile Jacob, La documentation Française, Paris.
 
Artigos de Jornais e Revistas
Antil, Alain (10.12.2007), La politique africaine a besoin de lisibilité, La tribune.
Bernard, Philippe (26.04.2008), L’image très dégradée de la France en Afrique, Le Monde.
Collectif Capafrique, (29.02.2008), Il faut à la France une nouvelle stratégie africaine, Le Figaro.
Commerce International, Africa wants your investments, n°32, mai 2007.
Hugon, Philippe (2007), La politique économique de la France en Afrique. La fin des rentes coloniales ?, Politique Africaine, n°105, mars 2007
Politique Africaine, La fin du pacte colonial ?, n°105, mars 2007.
Severino, Jean-Michel (19.04.2006), Les pays émergents entrent dans le cercle vertueux des nouveaux donateurs, Le Monde.
 
Documentos
La Reforme de la coopération, Rapport d’information, Commission des Affaires Etrangères, de la Défense et des Forces Armées, Sénat, 2002.
La Réforme de la coopération militaire, Rapport d’information, Commission de la Défense Nationale et des Forces Armées, Assemblée Nationale, 2001.
Delapalme, Nathalie (2008), La relation Union Européenne – Afrique : un partenariat stratégique, L’état de l’Union 2008, rapport Schuman sur l’Europe.
OCDE (2006), L’essor de la Chine et de l’Inde : quels enjeux pour l’Afrique ?
OCDE (2007), Perspectives économiques de l’Afrique 2007/2008.
ONU (2009), Déclaration de Doha sur le financement du développement : document final de la Conférence internationale de suivi sur le financement du développement, chargée d’examiner la mise en œuvre du Consensus de Monterrey, 14 de Janeiro de 2009.
ONU (2008), Objectifs du Millénaire pour le développement, Rapport 2008.
 
Conferência
Conferencia da professora Fátima Roque no instituo João de Castro no dia 5 de Março de 2009.
 
Sítios da Internet
Diplomatix, France – Afrique : vers la fin de la coopération militaire ?, [em linha] Disponível na Internet em: <http://www.diplomatix.fr >
http://www.oecd.org/home/0,2987,en_2649_201185_1_1_1_1_1,00.html
http://www.undp.org/
http://www.un.org/french/millenniumgoals/
http://www.worldbank.org/
http://www.imf.org/external/index.htm
http://www.amaniafricacycle.org/spip.php?article2
http://www.africa-union.org/

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