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A bem da Nação

CRÓNICAS DO BRASIL

 

Farc e Brasil
 
Há anos que venho, insistentemente, denunciando o «jeitinho» brasileiro nos seus contactos com as Farc. Podem-me chamar de cachorro, mas o faro para estas coisas, até hoje, não me tem faltado!
O governa-se sempre de boca fechada sobre situações, no mínimo, estranhas, não conseguiu tapar a boca de todo o mundo, e há muito que é sabido que existem MESMO relações muito chegadas, a nível de primeiro escalão, entre as tais Farc e seus amigalhaços em Brasília, e não só.
A última coisa que poderia imaginar é que as Farc tivessem um tratamento tão carinhoso com o braço direito - e de ferro - do big líder, chamando-lhe inefável! Inefável! Brilhante!
Além de haver guerrilheiros, chamados terroristas - o que o nosso governa-se se recusa a admitir, e está-se a ver a razão - que desde há anos, além de terem livre trânsito para o escoamento das drogas pela nossa Amazónia (nossa, vírgula, deles!) mantém sempre uma tropa de instrutores de terrorismo junto do nosso (deles) MST.
Incrível ainda como o chefe do gabinete da presidência deste governa-se ainda tem o descaramento de informar que as Farc mantinham no Brasil um embaixador! Uma bofetada na cara de todos nós, brasileiros e em todo o mundo que condenou já, por diversas vezes as Farc como grupo terrorista. Não me venham com conversas de que são um grupo de guerrilha política, mesmo tendo, teoricamente, base maoísta, porque a realidade é o narcotráfico, os sequestros, a tortura moral e física, etc.
O Brasil afirmando, via governo, leia-se governa-se, que mantém ligações, inclusive tendo aceite um embaixador, é uma afronta! Desse muito dinheiro que rende o narcotráfico, quanto virá para as campanhas da escumalha que se elegeu e quer reeleger! Isto não é um país, ou antes, uma nação. Isto é um circo!
E os circos muitas vezes pegam fogo! O problema aqui é não há quem o queira apagar!
 
Notícia veiculada pelo provedor da Internet, sem que tenha aparecido mais qualquer referência nos jornais!....
Quinta, 31 de julho de 2008, 15h12 Atualizada às 15h29
Gilberto Carvalho: governo tem zero de relação com Farc
Laryssa Borges
Direto de Brasília
O chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Gilberto Carvalho, negou hoje ao Terra que tenha mantido qualquer "relação estreita" com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e disse que o governo brasileiro "tem zero de relação com as Farc". "A posição brasileira é claríssima contra os métodos das Farc e os seqüestros", informou Carvalho.
 
Assessor directo do presidente Lula, ele declarou ainda que seu nome aparece nos e-mails trocados pelo ex-porta-voz internacional das Farc e número dois da guerrilha, Raúl Reyes, porque ele fez "uma ação humanitária" ao pedir ao subsecretário especial de Direitos Humanos, Perly Cipriano, que intercedesse para dar condições mais dignas para o "embaixador" das Farc no Brasil, padre Olivério Medina, então preso em Agosto de 2005.
"Em dois ou três momentos é mencionada uma gratidão ao Gilberto Carvalho. Fui procurado para (reverter) condições carcerárias subumanas", afirmou o assessor do presidente. "O pior dos mundos seria esse cidadão (padre Olivério Medina) falecer ou ficar doente. O Brasil tem que dar condições adequadas aos presos políticos", esclareceu. "Tirando a acção humanitária (nesse caso) não há nada que nos faça ter relação com as Farc", concluiu Carvalho.
Já o assessor internacional da Presidência da República, Marco Aurélio Garcia informou que seu nome é citado nos e-mails de integrantes das Farc porque foi ele quem evitou que a narcoguerrilha colombiana se aproximasse do governo Lula. Nas correspondências, ele é citado como o "inefável Marco Aurélio Garcia".
Do Paraguai, onde representa o governo em reuniões preliminares à posse do novo presidente Fernando Lugo, Garcia disse que os e-mails mostram "explicitamente" seu papel como aquele que trabalhou para conter a infiltração da guerrilha no governo.
"As informações falam por si. Houve uma certa tentativa de aproximação, que foi barrada", comentou. "Se houve uma tentativa, não houve sucesso."
Redação Terra
 
Rio de Janeiro, 1 de Agosto de 2008
 
Francisco Gomes de Amorim

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