Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

A bem da Nação

Resgate cultural

 

 
 
 
 
Quando mantemos usos, costumes e valores, herdados dos nossos antepassados, através da repetição, dizemos que é uma tradição. Quando percebemos a fleuma saxónica, o fatalismo oriental, o fetichismo africano, o utilitarismo americano, a hospitalidade brasileira, estamos conferindo aspectos especiais à conduta de um povo que vai lhe imputar, de uma maneira geral, características culturais.
 
No Brasil, cada região tem uma marca registada, de acordo com a influência do povo que a colonizou. Em Santa Catarina , mais precisamente na região litorânea e na capital, Florianópolis, as tradições açorianas deitaram raízes tão fortes, que perduraram mais ou menos intactas, ao longo destes mais de dois séculos no sul do país, a ponto de que hoje o resgate dessa cultura, em certas ocasiões, tome caminho inverso. Como o caso da nossa prezada e graciosa amiga, professora, socióloga e escritora Lélia Pereira da Silva Nunes, catarinense de Tubarão, açoriano-descendente, personalidade de destaque no panorama cultural do estado de Santa Catarina que, com frequência, é convidada para encontros culturais em Portugal, em especial nos Açores, aonde dá testemunho das histórias e da cultura popular açoriano-catarinenese, através de palestras, livros e trabalhos editados.
 
  
Caminhos do Divino
 
No culto aos santos, em especial ao do Espírito Santo, nos costumes de fundar Irmandades e Associações, nos hábitos de fazer de procissões, no gosto pela musica de viola e festas populares de caráter quase sempre religioso, no apreço pelos folguedos, encontros e confraternizações, no prazer da mesa sempre farta, no respeito e amor incondicional à família, nos arraigados valores e julgamentos, no amor pelo seu rincão natal, o açoriano, nas terras catarinenses, viu renascer as antigas tradições do seu povo.
 
Maria Eduarda Fagundes
Uberaba, 13/07/08
 
Foto encontrada no livro Caminhos do Divino (de Lélia Pereira da Silva Nunes)

Mais sobre mim

foto do autor

Sigam-me

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2007
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2006
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D
  196. 2005
  197. J
  198. F
  199. M
  200. A
  201. M
  202. J
  203. J
  204. A
  205. S
  206. O
  207. N
  208. D
  209. 2004
  210. J
  211. F
  212. M
  213. A
  214. M
  215. J
  216. J
  217. A
  218. S
  219. O
  220. N
  221. D