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A bem da Nação

TEATRO DO TERCEIRO MUNDO

 

Pano de cena.jpg

 

1º ACTO

 

 

Truz, truz – batem à porta. Vem um Senhor muito empertigado abrir mas logo diz, peremptório: - Tenha paciência! - e fecha a porta.

Truz, truz – batem novamente à porta. Regressa o empertigado e afirma: - Já lhe disse que tivesse paciência; não damos esmolas.

Mas antes de ter tempo de fechar a porta, vem lá de fora a voz do forasteiro: - Mas, meu Senhor, eu não venho pedir esmola. Eu venho pedir-lhe um empréstimo, já que o Senhor é o chefe de um país tão rico como este.

- E quem é Você? - pergunta o empertigado.

- Eu sou o chefe de um país muito pobre mas quero fazer umas obras para deixar de ser tão pobre.

- E que obras quer Você fazer?

- Quero construir um caminho-de-ferro para trazer os minérios do interior do meu país para a costa, quero construir um porto para poder embarcar esses minérios e quero comprar uns navios para fazer o transporte até aqui ao seu país tão rico.

- Ah! Muito interessante esse seu projecto. Mas é claro que lhe empresto o dinheiro todo de que Você vai precisar e até lhe arranjo os construtores do caminho-de-ferro, do porto, dos comboios e dos navios. E é claro que também lhe posso sugerir uma ou outra empresa mineira que lhe poderá prestar o serviço de extracção desse minério todo.

- Ah! É muito gentil da sua parte.

 

Acertado o montante de 100 mil milhões e assinados os contratos de empréstimo e de fornecimento do caminho-de-ferro, do porto, dos comboios e dos navios, logo o chefe do país muito rico se prontificou para pagar aos fornecedores do caminho-de-ferro, do porto, dos comboios e dos navios à medida que eles fossem cumprindo os respectivos contratos.

 

E assim foi que o chefe do país muito pobre se viu livre de todo esse trabalho tão burocrático e tão maçador. Mas nem sequer viu a cor do dinheiro uma vez que este nem sequer chegou a sair do país muito rico passando directamente dos cofres do seu chefe para os dos fornecedores do caminho-de-ferro, do porto, dos comboios e dos navios.

 

Cumpridos os contratos de fornecimento, logo o chefe do país muito rico telefonou ao chefe do país muito pobre a perguntar se estava satisfeito com o caminho-de-ferro, com o porto, com os comboios, com os navios e com a empresa que iria extrair o minério. Ao que o chefe do país muito pobre lhe respondeu que sim mas...

- Mas quê? – perguntou um pouco ansiosamente o chefe do país muito rico.

- É que nós não temos ninguém que organize a circulação dos comboios, faça a manutenção da via-férrea, organize o funcionamento do porto que ainda não tem guindastes e quem ponha os navios a navegar.

- Ah! O meu caro amigo não se preocupe com isso que eu lhe arranjo todos esses técnicos e quem lhe forneça os guindastes. Só há um pequeno problema.

- Sim, qual? – agora foi a vez do chefe do país muito pobre a ficar ansioso...

- É que essa gente é cara: não vai para fora sem ganhar muito mais do que o que lhe pagamos cá. E vamos também ter que reforçar a linha de crédito por causa desses guindastes em que não pensámos logo no princípio da nossa conversa.

- Ah! Pois é. E quanto acha que vai ser preciso mais?

- Bem, até que a mina se comece a pagar a si própria, devem ser precisos aí mais uns 20 mil milhões...

- Seja, então. Que remédio...?

 

E assim ficou o país pobre a dever 120 mil milhões sem sequer lhes ver a cor. Mas, há que reconhecê-lo, tudo começou a funcionar até que...

- Trrriiimm, trrriiimm – toca o telefone do chefe do país muito pobre.

- Então como estão as coisas a correr? – pergunta o chefe do país muito rico.

- Ah! Que surpresa tão agradável receber uma chamada sua! – responde o chefe do país muito pobre, surpreso pelo telefonema do chefe do país muito rico. – As coisas estão a correr muito bem. Já começámos a exportar o nosso minério e estamos à espera do primeiro pagamento.

- À espera de quê?

- Do pagamento da primeira remessa de minério.

- Ah! Eu julgava que Você sabia que esse dinheiro já foi pago mas que nós ficámos cá com ele para amortizar os juros do empréstimo.

- Juros? Quais juros?

- Os juros da dívida que Você tem para connosco.

- Mas nós nunca falámos sobre isso...

- Você não perguntou e eu julguei que não quisesse saber. Mas é claro que todo o empréstimo vence juros.

- Então quando é que nós vamos começar a receber algum dinheiro?

- Quando tiverem pago toda a dívida e respectivos juros.

- E quando é isso?

- Olhe: será tão mais rápido quanto mais minério recebermos.

- E será que a mina tem minério suficiente para pagar tudo isso?

- Ah! Isso é coisa que não lhe sei responder. Julguei que Você soubesse.

- Mas como é que eu haveria de saber se quem fez as sondagens foram os vossos técnicos?

- E então eles não vos disseram nada?

- Não. Nós nada sabemos quanto aos resultados dessas sondagens.

- Mas esses técnicos estão a ser pagos com o dinheiro que vocês nos pediram emprestado. Eles deviam ter-vos dito alguma coisa.

- Mas não disseram nada. E se as reservas não são suficientes para podermos pagar a dívida?

- Vão ter que arranjar outra fonte de rendimentos para nos pagarem o que nos devem e entretanto vão contando com os juros sobre o que estiver em dívida.

- Mas...

- É assim!

- Então nós vivíamos pobremente mas não devíamos nada a ninguém e agora continuamos pobres mas carregados de dívidas.

- Foi Você que veio ter comigo a pedir um financiamento.

- Isso significa que devíamos ter tentado crescer apenas com base na nossa poupança interna.

- Nunca iriam chegar a qualquer lado.

- Mais valia termos seguido lentamente em frente do que bruscamente para o fundo.

- Deram um passo maior do que a vossa perna.

- Então o que deveríamos ter feito?

- Ah! Isso, eu não sei. Apenas sei que nós começámos há muitos anos por educar e formar a nossa gente e foi essa gente que nos fez subir até ao nível em que hoje nos encontramos.

- E como se ensina as pessoas a enganar os outros? Na Escola dos Gatunos?

- Se quiser...

 

Cai rapidamente o pano da cena do Teatro do Terceiro Mundo.

 

 

2º ACTO

 

Em cena, o chefe do país muito pobre e a sua mulher.

 

- Olha, mulher! Depois de tanto trabalho, o nosso país continua pobre mas passou a dever muito dinheiro.

- Já sei! Os tipos do país muito desenvolvido não nos dão saída nenhuma. Estamos de mãos atadas e assim não vamos a lado nenhum. E quando chegar o fim do mandato correm contigo, são capazes de te pedir responsabilidades e ainda vamos ficar o resto da vida a pagar. Pior: nem sequer temos onde ir buscar dinheiro para pagar sequer uma ínfima parte da dívida do país.

- Pagar? Nós? Era o que faltava! E o fim do mandato não há-de chegar tão cedo...

- Não?

- Vou prolongá-lo!

- Como é que vais fazer isso?

- É simples: arranjo uma briga com um deputado qualquer da oposição que se ponha a fazer perguntas e dissolvo o parlamento; depois proíbo os partidos da oposição e vou demorar muito tempo para falar de eleições.

- Mas isso é capaz de te dar problemas.

- Problemas? Ah problemas vou eu ter se abandonar o Poder. Só posso sair quando estivermos suficientemente ricos para podermos pisgar-nos e irmos viver dos rendimentos num paraíso fiscal que não tenha extradição.

- E que achas que devia ter sido feito para evitar tudo isto?

- Ter «estudado a lição» antes de pedir ajuda e não ter sido tão ingénuo.

 

Cai o pano ainda mais rapidamente do que no final do 1º acto. Bate no chão, desprende-se do alto, cai tudo com estrondo e é decretado o «estado de sítio».

 

Chamados, os bombeiros não tinham gasolina nos depósitos das ambulâncias e o caos instalou-se.

 

No meio da confusão, o chefe do país muito pobre decreta-se Presidente vitalício e manda prender todos os que se lhe opõem.

 

E quando o penúltimo polícia foi preso pelo último que ainda tinha algemas para manietar alguém, a autofagia nacional cantou vitória e já nem sequer pano de cena havia pendurado para poder pôr final à desgraça que se alastrou por toda a parte.

 

E eu estou aqui num Domingo chuvoso à espera da segunda-feira.

 

É que isto da democracia tem muito que se lhe diga. Não é que, chegados a este ponto, quem ganha, perde e quem perde, ganha? Vá lá a gente entender isto. Ou melhor: vá lá a gente entender-se...

 

Que haja Deus!!! E que, havendo, nos dê paciência!

 

Henrique Salles da Fonseca, Rep. Checa,

Henrique Salles da Fonseca

(na Capela dos Ossos em Kutna Hora, República Checa)

 

TODA A VIDA EUROPEIA MORREU EM AUSCHWITZ

 

Jews_await_selection_in_Auschwitz.jpg


Desci uma rua em Barcelona e descobri repentinamente uma verdade terrível. – A Europa morreu em Auschwitz. Matámos seis milhões de Judeus e substituímo-los por 20 milhões de  muçulmanos.

 

Em Auschwitz queimámos uma cultura, pensamento, criatividade, e talento.

 

Destruímos o povo escolhido, verdadeiramente escolhido, porque era um povo grande e maravilhoso que mudara o mundo.

 

 A contribuição deste povo sente-se em todas as áreas da vida: ciência, arte, comercio internacional, e acima de tudo, como a consciência do mundo. Este é o povo que queimámos.

 

E debaixo de uma pretensa tolerância, e porque queríamos provar a nós mesmos que estávamos curados da doença do racismo, abrimos as nossas portas a 20 milhões de muçulmanos que nos trouxeram estupidez e ignorância, extremismo religioso e falta de tolerância, crime e pobreza, devido ao pouco desejo de trabalhar e de sustentar as suas famílias com orgulho.

 

Eles fizeram explodir os nossos comboios, transformaram as nossas lindas cidades espanholas num terceiro mundo afogando-as em sujeira e crime.

 

Fechados nos seus apartamentos, eles recebem gratuitamente do governo, eles planeiam o assassinato e a destruição dos seus ingénuos hospedeiros.

 

E assim, na nossa miséria, trocámos a cultura por ódio fanático, a habilidade criativa por habilidade destrutiva, a inteligência por subdesenvolvimento e superstição.

 

Trocámos  a procura de paz dos judeus da Europa e o seu talento, para um futuro melhor para os seus filhos, a sua determinação, o seu  apego à vida porque a vida é santa, por aqueles que prosseguem na morte, um povo consumido pelo desejo de morte para eles e para os outros, para os nossos filhos e para os deles.

Que terrível erro cometido pela miserável Europa.

 

O total da população islâmica (ou muçulmana) é de, aproximadamente, 1 200 000 000, isto é um bilião e duzentos milhões  ou seja 20% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:

 

Literatura

1988 – Najib Mahfooz

 

Paz

1978 – Mohamed Anwar El-Sadat

1990 – Elias James Corey

1994 – Yaser Arafat

1999 – Ahmed Zewai

 

Economia

(ninguém)

 

Física

(ninguém)

 

Medicina

1960 – Peter Brian Medawar

1998 – Ferid Mourad

 

TOTAL: 7 (sete)

 

O total da população de Judeus é, aproximadamente, 14 000 000, isto é catorze milhões ou seja cerca de 0,02% da população mundial. Eles receberam os seguintes Prémios Nobel:

 

Literatura 
1910 - Paul Heyse 
1927 - Henri Bergson 
1958 - Boris Pasternak 
1966 - Shmuel Yosef Agnon 
1966 - Nelly Sachs 
1976 - Saul Bellow 
1978 - Isaac Bashevis Singer 
1981 - Elias Canetti 
1987 - Joseph Brodsky 
1991 - Nadine Gordimer World 
  
Paz 
1911 - Alfred Fried 
1911 - Tobias Michael Carel Asser 
1968 - Rene Cassin 
1973 - Henry Kissinger 
1978 - Menachem Begin 
1986 - Elie Wiesel 
1994 - Shimon Peres 
1994 - Yitzhak Rabin 
  
Física 
1905 - Adolph Von Baeyer 
1906 - Henri Moissan 
1907 - Albert Abraham Michelson 
1908 - Gabriel Lippmann 
1910 - Otto Wallach 
1915 - Richard Willstaetter 
1918 - Fritz Haber 
1921 - Albert Einstein 
1922 - Niels Bohr 
1925 - James Franck 
1925 - Gustav Hertz 
1943 - Gustav Stern 
1943 - George Charles de Hevesy 
1944 - Isidor Issac Rabi 
1952 - Felix Bloch 
1954 - Max Born 
1958 - Igor Tamm 
1959 - Emilio Segre 
1960 - Donald A. Glaser 
1961 - Robert Hofstadter 
1961 - Melvin Calvin 
1962 - Lev Davidovich Landau 
1962 - Max Ferdinand Perutz 
1965 - Richard Phillips Feynman 
1965 - Julian Schwinger 
1969 - Murray Gell-Mann 
1971 - Dennis Gabor 
1972 - William Howard Stein 
1973 - Brian David Josephson 
1975 - Benjamin Mottleson 
1976 - Burton Richter 
1977 - Ilya Prigogine 
1978 - Arno Allan Penzias 
1978 - Peter L Kapitza 
1979 - Stephen Weinberg 
1979 - Sheldon Glashow 
1979 - Herbert Charles Brown 
1980 - Paul Berg 
1980 - Walter Gilbert 
1981 - Roald Hoffmann 
1982 - Aaron Klug 
1985 - Albert A. Hauptman 
1985 - Jerome Karle 
1986 - Dudley R. Herschbach 
1988 - Robert Huber 
1988 - Leon Lederman 
1988 - Melvin Schwartz 
1988 - Jack Steinberger 
1989 - Sidney Altman 
1990 - Jerome Friedman 
1992 - Rudolph Marcus 
1995 - Martin Perl 
2000 - Alan J.. Heeger 
  
Economia 
1970 - Paul Anthony Samuelson 
1971 - Simon Kuznets 
1972 - Kenneth Joseph Arrow 
1975 - Leonid Kantorovich 
1976 - Milton Friedman 
1978 - Herbert A. Simon 
1980 - Lawrence Robert Klein 
1985 - Franco Modigliani 
1987 - Robert M. Solow 
1990 - Harry Markowitz 
1990 - Merton Miller 
1992 - Gary Becker 
1993 - Robert Fogel 
  
Medicina 
1908 - Elie Metchnikoff 
1908 - Paul Erlich 
1914 - Robert Barany 
1922 - Otto Meyerhof 
1930 - Karl Landsteiner 
1931 - Otto Warburg 
1936 - Otto Loewi 
1944 - Joseph Erlanger 
1944 - Herbert Spencer Gasser 
1945 - Ernst Boris Chain 
1946 - Hermann Joseph Muller 
1950 - Tadeus Reichstein 
1952 - Selman Abraham Waksman 
1953 - Hans Krebs 
1953 - Fritz Albert Lipmann 
1958 - Joshua Lederberg 
1959 - Arthur Kornberg 
1964 - Konrad Bloch 
1965 - Francois Jacob 
1965 - Andre Lwoff 
1967 - George Wald 
1968 - Marshall W. Nirenberg 
1969 - Salvador Luria 
1970 - Julius Axelrod 
1970 - Sir Bernard Katz 
1972 - Gerald Maurice Edelman 
1975 - Howard Martin Temin 
1976 - Baruch S. Blumberg 
1977 - Roselyn Sussman Yalow 
1978 - Daniel Nathans 
1980 - Baruj Benacerraf 
1984 - Cesar Milstein 
1985 - Michael Stuart Brown 
1985 - Joseph L. Goldstein 
1986 - Stanley Cohen [& Rita Levi-Montalcini] 
1988 - Gertrude Elion 
1989 - Harold Varmus 
1991 - Erwin Neher 
1991 - Bert Sakmann 
1993 - Richard J. Roberts 
1993 - Phillip Sharp 
1994 - Alfred Gilman 
1995 - Edward B. Lewis 
1996- Lu RoseIacovino 


TOTAL: 128 (cento e vinte e oito)  

 

Os judeus não estão a promover lavagens cerebrais a crianças em campos de treino militar, ensinando-os a fazerem-se explodir e causar um máximo de mortes a judeus e a outros não muçulmanos.

 

Os judeus não “tomam”  aviões, nem matam atletas nos Jogos Olímpicos, nem se fazem explodir em restaurantes alemães.

 

Não há um único judeu que tenha destruído uma igreja. NÃO há um único judeu que proteste matando pessoas.

 

Os judeus não traficam escravos, não têm líderes a clamar pela Jihad Islâmica e morte a todos os infiéis.

 

Talvez os muçulmanos do mundo devessem considerar investir mais numa educação modelo e menos em queixarem-se dos judeus por todos os seus problemas.

 

Os muçulmanos deviam perguntar o que poderiam fazer pela humanidade antes de pedir que a humanidade os respeite.

 

Independentemente dos seus sentimentos sobre a crise entre Israel e os seus vizinhos palestinianos  e árabes, mesmo que creiamos que há mais culpas na parte de Israel, as duas frases que se seguem realmente dizem tudo:

“Se os árabes depusessem hoje as suas armas, não haveria mais violência. Se os judeus depusessem hoje as suas armas, não haveria mais Israel” (Benjamin Netanyahu)

 

Por uma questão histórica, quando o Comandante Supremo das Forças Aliadas, General Dwight Eisenhower, encontrou todas as vítimas mortas nos campos de concentração nazi, mandou que as pessoas ao visitarem esses campos de morte, tirassem todas as fotografias possíveis, e para os alemães das aldeias próximas serem levados através dos campos e que enterrassem os mortos.

 

Ele fez isto porque disse de viva voz o seguinte:
“Gravem isto tudo hoje. Obtenham os filmes, arranjem as testemunhas, porque poderá haver algum malandro lá em baixo, na estrada da história, que se levante e diga que isto nunca aconteceu”.

 

Recentemente, no Reino Unido, debateu-se a intenção de remover  o holocausto do curriculum das suas escolas, porque era uma ofensa para a população  muçulmana, a qual diz que isto nunca aconteceu. Até agora ainda não foi retirado do curriculum. Contudo é uma demonstração do grande receio que está a preocupar o mundo e a facilidade com que as nações o estão a aceitar.

 

Já passaram mais de sessenta anos depois da Segunda Guerra Mundial na Europa ter terminado.

 

x – x – x - x

 

O conteúdo deste mail está a ser enviado como uma cadeia em memória dos 6 milhões de judeus, dos 20 milhões de russos, dos 10 milhões de cristãos e dos 1 900 padres Católicos que foram assassinados, violados, queimados, que morreram de fome, foram espancados, e humilhados enquanto o povo alemão olhava para o outro lado.



Agora, mais do que nunca, com o Irão entre outros, reclamando que o Holocausto é um mito, é imperativo assegurar-se de que o mundo nunca esquecerá isso.

 

É intento deste mail que chegue a 400 milhões de pessoas.

 

Que seja um elo na cadeia-memorial e ajude a distribui-lo pelo mundo.

 

Depois do ataque ao World Trade Center, quantos anos passarão antes que se diga. “NUNCA ACONTECEU”, porque isso pode ofender alguns muçulmanos nos Estados Unidos?

 

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Sebastian Vilar Rodriguez

(o Autor conseguiu fazer com que a Internet não apresentasse uma única foto sua)

CARTA ABERTA...

Marcelo Rebelo de Sousa.jpg

... AO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA

PROFESSOR DOUTOR MARCELO REBELO DE SOUSA

 

 

Conter a usura e a corrupção - Restabelecer a dignidade do Estado na democratura que substituiu a Política da Censura de Salazar pelo Regime de Tráfico de Influências.

 

Excelentíssimo Senhor Presidente da República Portuguesa

Prof. Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

Excelentíssimos Conselheiros de Estado

Carta aberta solicitando a Vossa intervenção no tráfico de influências e na contenção da corrupção. Pedido de exercício do poder presidencial no sentido de restabelecer a dignidade da democracia e do Estado, bem como a reconciliação do povo português.

 

Excelência,

Saúdo-vos cordialmente mas não invejo o Vosso cargo e missão, atendendo à situação precária do país, de refém do capital financeiro internacional e do próprio Estado, invadido por uma classe oligárquica cúmplice que estende os seus braços sobre o Estado e suas instituições como o polvo sobre a sua presa. O estado de Portugal exige mudança e esta pressupõe uma energia hercúlea para a ousadia de o mudar. Que Deus lhe dê força porque das instituições que rodeiam V. Ex.ª pouco haverá que esperar.

 

Sou um dos da multidão de portugueses que sofre e desespera, com um Estado que não dá bom exemplo nem oferece pressupostos para se apostar e confiar nele. Portugal parece ter aceitado perder o comboio da sua história e, com ele, o seu povo activo.

 

Atendendo a que os partidos se encontram numa crise de legitimidade e oferecem cada vez menos confiança aos cidadãos (50% não participa nas eleições);

Atendendo a que as elites portuguesas conduziram Portugal a uma situação deficitária catastrófica (à beira da bancarrota – sob controlo e interferência da Troika) e de sobrecarga das futuras gerações com a herança da dívida e de uma cultura hipotecada;

Atendendo à promiscuidade entre negócio e Estado e à consequente corrupção com benesses e subvenções dos políticos (PPPs das grandes negociatas com outros nomes e disfarçadas, os Bancos, as clientelas partidárias e sindicalistas, as concessões, as reformas vitalícias, etc.) que contribuem para a desmoralização do Estado e para a sua bancarrota;

Atendendo a que a democracia se encontra ameaçada ao tornar-se num instrumento de abastecimento para as diferentes elites que se aproveitam da promiscuidade entre Estado e sociedade civil e procuram, ad extra, legitimar-se com a substituição da ética e da moral por leis que eles próprios criam e interpretam;

É verdade que na República não temos cargos hereditários mas temos o compadrio de clientelas (partidos, sindicatos e fundações) favorecidas com postos, comendas e privilégios, bem como irmandades elitistas secretas, que vivem na sombra do poder, influenciando-o, como é próprio da maçonaria. A compensação de políticos com cargos em empresas de comparticipação do Estado é execranda e escandalosa e reduz a zero a confiança nos órgãos de Estado, nos partidos e sindicatos, e com eles na democracia que, de facto, se torna, cada vez mais, numa democratura. Um exemplo: só o cinismo e a irresponsabilidade para com um país hipotecado e para com o povo simples com reformas tão baixas, poderão aceitar medidas como a proposta do orçamento governamental deste ano que faz disparar, as subvenções vitalícias atribuídas a políticos, de 700 mil euros para 18,8 milhões de euros; descaradamente serve-se, como é já tradição, a clientela 25 abrilista, quando as pessoas que trabalharam a vida inteira e que recebem uma reforma de 280 euros mensais vêem a sua reforma minimamente aumentada.

 

Atendendo a estas e outras considerações a política e em grande parte as instituições estatais, com o pessoal que as dirige, encontram-se desqualificados e deslegitimados. Nenhuma empresa privada poderia cometer tal aberração e sair-se sempre ilesa da situação!

 

Urge criminalizar o enriquecimento ilícito, acabar com as mordomias criadas para a clientela dos boys e novos-ricos; acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que, mais que para servir o Estado, funcionam como tentáculos de grupos políticos e ideológicos para funcionários e administradores com 2º e 3º emprego; acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos; rever os salários de gestores públicos e cortar os benefícios fiscais aos bancos, às fundações e aos partidos, acabar com as várias reformas por pessoa e as ajudas de custo, etc.

 

Precisa-se de uma lei de redução e de Reforma da Assembleia da República em que deputados e agregados passem a ser seus assalariados durante cada mandato, sendo sujeitos ao regime de reforma do INSS como qualquer cidadão. Torna-se urgente uma reforma do sistema político e da administração pública. Cf. http://antonio-justo.eu/?p=3421 Tudo isto só será possível se no país, à margem da política, houver uma discussão pública responsável sobre o estado da nação entre os intelectuais independentes.

 

A prática escondida da maçonaria (à semelhança da Carbonária e da Loja P2), com os seus ritos e compromissos secretos de lealdade absoluta e exclusiva entre os irmãos, pode tornar-se numa ameaça à democracia; ela torna-se numa força de corrupção que através do seu tráfico de influências interage na política, na economia, na cultura e na justiça. O secretismo fomentador do compadrio organizado, o cinismo, o oportunismo mina e danifica a República nas suas bases e suborna qualquer órgão do Estado e até mesmo os interesses de Estado no palco internacional; de facto ela funciona como elo de ligação entre o poder político e o poder dos negócios e interfere nos diversos órgãos do Estado (Cf. http://antonio-justo.eu/?p=3444). Também a União Europeia com as suas redes de irmandades políticas e ideológicas (e as lóbis em Bruxelas) tem favorecido a corrupção em grande estilo em detrimento da ética e da moral, deixando esta de ter o seu efeito disciplinador. O povo encontra-se perante os seus governantes na situação do pobre Diógenes de Sinope, que, durante o dia, andava pelas ruas da cidade com uma lanterna na mão, à procura de um homem honesto.

 

Imagine-se que o Senhor presidente, no início da sua presidência tivesse a liberdade de começar por ler os levíticos à República, aos ministros e às elites instaladas no Estado, tal como fez o Papa Francisco aos Cardeais da Cúria, criando um seu conselho independente que possibilite a credibilidade dos ministérios e das instituições. O regime de Abril substituiu a política de censura de Salazar pelo regime de tráfico de influências. Este revela-se mais perigoso porque quem está fora não nota! Verdade é que nem o enegrecimento do regime de Salazar nem o branqueamento do regime de Abril ajudam o desenvolvimento.

 

Na sua maioria, o Conselho de Estado, que assiste V. Excelência, já jogou fora a sua credibilidade porque está comprometido com todo o sistema de um passado de clientelas e instituições que se apoderaram da democracia e levaram o país ao estado sem saída em que se encontra. Temos um Estado subornado sem condições de Estado. Temos uma Justiça enredada e comprometida que interpreta as leis como dizia Honoré Balzac: “…. as leis são como teias de aranha através das quais passam os moscardos e ficam presas as moscas pequenas…”.

 

Urge a criação de grupos de trabalho ad hoc com peritos independentes que investiguem os diferentes sectores referidos no sentido de fazerem propostas para regenerarem o Estado, reorganizarem a administração e libertarem a Constituição da ideologia partidária que a iluminou; urge mandar fazer um levantamento das fontes da corrupção e da máfia dissimulada que se apoderou das instituições do Estado e da consciência pública e que agem a partir da escuridão e do sigilo como seitas seculares.

 

Em suma, o Estado encontra-se envenenado e arruinado, por isso chegou a hora em que Portugal precisa de um Presidente que siga o exemplo do Papa Francisco! Um presidente que reúna à sua volta homens-bons e de boa vontade: conselheiros diferentes e não os tradicionais conselheiros feitores ou cúmplices da corrupção instalada nos alicerces da República e com uma orientação do país mal-intencionada. (Não me queixo das pessoas pois todas elas são brilhantes mas queixo-me das suas obras que se vêem num país arruinado e num Estado minado que só produz novos-ricos e dependentes e tem a descaramento de tudo legitimar em nome do 25 de Abril.) (1)

 

Precisamos de inovação, capaz de valorizar a democracia e de mostrar às novas gerações que o poder das estruturas mafiosas da corrupção não tem futuro porque não assenta no trabalho honrado e sério e continua a ter no cerne das suas contexturas um espírito degradado baseado no companheirismo cúmplice oleado por idealismos e valores de conversa fiada sobre liberdade, igualdade e fraternidade, só para inglês ver, destinada a legitimar o poder da influência estabelecida. (2)

 

O problema está na mentalidade criada e fomentada, está no Portugal encoberto e de bípedes embuçados nos partidos, na economia, na justiça e nos Média. A estes se deve o mal-estar e o mal-andar do país bem como a consciência mal formada de um povo que não tem um pensar conservador profundo nem um pensar progressista sério. Uma observação cuidada sobre o estado do país permite a conclusão que os dançarinos do poder que temos, adiam Portugal, entretendo o povo com meia-dúzia de tretas progressistas e com alguns remates conservadores em fora de jogo.

 

Peço perdão! Não tomem a sério o que digo porque pensar faz doer e os que mandam só gostam da música dos arraiais porque a festa da nação essa acabou, acabou porque no arraial não se reconhece o povo!

 

Excelência, senhores conselheiros de Estado, Santo Agostinho dizia: "Quando a arma que mata defende a liberdade e a vida, os Santos choram mas não acusam”!

 

Senhor Presidente, auguro-lhe muitas felicidades e uma presidência inovadora com grande sentido histórico e de futuro; que V. Ex.ª não fique na história como mais um presidente mediano servidor de um sistema estatal medíocre instrumentalizado e danificado pelo contágio ideológico da multidão dos embuçados a ele encostados. Só o amor pode mitigar o poder e a corrupção, como afirma a tradição cristã portuguesa.

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António da Cunha Duarte Justo

  • Portugal foi grande quando tinha uma ideia e um ideal próprio; os portugueses deixaram de ser grandes quando se iludiram com o dinheiro, com o facilitismo e com o pensar irreflectido dos de fora. Portugal tornou-se estranho a si mesmo quando os que tinham na mão a sua força foram ao beija-mão das invasões francesas. Portugal perdeu então os grandes ideais europeus contentando-se com ideias e ideologias, mastigadas pela boca francesa e mais tarde pela boca da Rússia; o oportunismo engravatado ganhou foros de Estado dando origem a uma elite de novos-ricos como se Portugal se reduzisse a um aviário de criação de frangos de aviário. Portugal encontra-se num momento deplorável e muito triste da sua História por se ter rendido ao comando de uma elite de dançarinos políticos estrangeirados que vê o seu futuro assegurado, não na produtividade do país, mas na subserviência ao estrangeiro e nos postos que este lhe proporciona fora de Portugal. Também para um alinhamento ordenado dos partidos, Portugal precisaria de fazer um referendo sobre a sua pertença à Nato, à EU e à Zona euro. Doutro modo dá razão aos que vivem da confusão e apostam no bota-abaixo e numa política caótica e empobrecedora de Portugal, porque no seu enfraquecimento vêem melhor assegurados os seus votos!

 

  • Portugal precisa de pessoas que se empenhem por Portugal e pelo seu povo e não de amigos da onça e da ideologia. Urge a moderação da influência dos instalados e o fomento das mais-valias do povo português para que este consiga, com o tempo, tornar-se no actor da própria História e se desenvencilhe do poder de tanta gente cínica e simpática que manipula as instituições e brilha com alguns feitos adquiridos à custa do empobrecimento cultural e social do país. Então não seria preciso que estes mostrassem tanta compaixão pelos pobres porque também eles produziriam e cada um receberia o suficiente.

 

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