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A bem da Nação

O “MOVIMENTO” TERRORISTA ISIS REMONTA À ÉPOCA DE MAOMÉ

 

ACDJ-ISIS.jpg

 

A Força islâmica nos Séculos VII e XXI: Violação, Violência, Roubo, Assassínio e Esperteza

 

Quem conhece a História e sabe que o exército de Maomé agiu há 1400 anos exactamente como o ISIS age hoje, pode compreender melhor que as raízes do Islão são completamente diferentes das de outras religiões.

 

O que o ISIS faz, não é outra coisa senão o regresso nostálgico aos tempos e às práticas de Maomé! Para um muçulmano, Maomé é o modelo de vida a imitar em todos os aspectos. O seu estilo de vida, a sua crueldade, as suas preferências e ódios são normativos para o comportamento dos fiéis. (Por exemplo, Maomé gostava de gatos e detestava cães, detestava música e o tocar dos sinos; esta atitude modelou as predilecções de muitos muçulmanos. O ISIS imita o comportamento do seu profeta, na luta contra os "infiéis" assassinando e decapitando os inimigos de sexo masculino e dando as mulheres dos vencidos aos seus soldados como escravas sexuais. (Existem no Corão 27 apelos a matar, dois deles à decapitação.)



Mamé, uma vez, até massacrou uma tribo judaica inteira, que se tinha rendido e apesar disso assassinou todos os homens e apoderou-se das mulheres. Também o ISIS obriga crentes de outras religiões a professar o credo islâmico ameaçando-os com homicídio ou assassinato de seus filhos no caso de o não fazerem. Muitos recitam a crença no Islão e são mesmo assim assassinados ou os seus filhos. Também nisto rompem com as regras tal como fazia Maomé!



A judia Safiyya, da tribo dos judeus que se tinham rendido às tropas de Maomé, foi tomada por ele como esposa, depois de ele ter assassinado o marido e o irmão dela no mesmo dia. É óbvio que neste “casamento” se trata de uma violação.



O muçulmano e perito em estudos islâmicos, Prof. Dr. Hamed Abdel-Samad escreve no seu livro "Maomé " que a razão do sucesso do Islão no século 7 vinha do facto de Maomé prometer, aos seus combatentes, as mulheres como despojos de guerra, ou seja, os maridos e os pais eram mortos e suas mulheres e crianças eram escravizadas. O Corão não impressionava quase ninguém, pelo contrário experimentava rejeição. Por isso, Maomé não tinha escrúpulo em empregar a violência e em incluir no seu exército bandos criminosos. Segundo relata o autor, não era o Corão a força que atraia os lutadores da época, mas outros incentivos: as mulheres, as propriedades dos vencidos e o poder.


Um Paraíso sem Deus mas com Sexo sem fim

 

Quem não tem sorte e morre em batalha adquire o estado de mártir, sendo recompensado com 72 virgens que têm, por sua vez, 70 escravas, cada uma; isto soma um total de 5040 mulheres para cada lutador. É um Paraíso concebido como "bordel celeste", como escreve Hamed Abdel-Samad e onde não há rasto de Deus. (O paraíso para as mulheres será: estarem à disposição dos homens sem as limitações da menstruação e da gravidez - as virgens, depois de terem tido as relações sexuais com os homens, ficam, de novo, virgens (1).

 

Astúcia da Política de Casamento para eternizar o Islão

 

Cientistas do Islão estão de acordo entre si afirmando que o Islão só sobreviveu após a morte de Maomé, também porque os apóstatas eram executados. E uma vez que a religião do Islão se herda automaticamente de pai para filho e os filhos não se podem desligar do Islão, está garantida a sua expansão; por outro lado está proibido às mulheres muçulmanas casarem com homens não muçulmanos. Um muçulmano pode casar-se com uma mulher não muçulmana mas um homem não muçulmano que queira casar uma muçulmana tem de se converter primeiro ao Islão. Esta estratégia ainda hoje em vigor concorre para o espalhar progressivo do Islão.



Se, no século 7 o Islão, a promessa feita de inúmeras mulheres aos combatentes, como despojos de guerra e a entrega efectiva dessas mulheres a eles, já tornou o Islão tão forte, mais ainda em relação a outros espólios de guerra e ao negócio monetário com a venda das restantes mulheres "capturadas" como escravas; por aqui se pode ver e compreender onde assenta o profundo desprezo pelas mulheres na sociedade árabe e arabizada e como com o seu menosprezo e o comércio com elas contribuiu para o recrutamento de grande número de homens combatentes que viam na sua pilhagem uma grande fonte de poder e riqueza.

 

A diferença entre a táctica de Maomé e o ISIS: O ISIS vende mulheres cristãs, Jesides, e prisioneiras xiitas com numeração através da Internet. Mohammed ainda não tinha estas vantagens técnicas. Estas mulheres sequestradas são violadas todos os dias dezenas de vezes e, em seguida, são consideradas "impuras" e "inúteis", razão pela qual elas podem ser vendidas. O ISIS, tal como o regime muçulmano do século VII financia-se também com a pilhagem de materiais de suas conquistas. Se observamos a grande parte da história muçulmana, esta passa-se em conquistas religiosas.


O facto de crentes de outras religiões poderem ser crucificados, está previsto no Corão: "O salário, daqueles que travam guerra contra Alá e contra o Seu Mensageiro (Maomé) e se esforçam por espalhar a corrupção no país, deve ser: que sejam mortos ou crucificados ou que as mãos e os pés lhes sejam cortados alternadamente (primeiro o braço depois a perna oposta seguindo-se o outro braço e a outra perna) ou que eles sejam expulsos do país” (Sura 5, 33-34).Também é ordenada a decapitação: " E quando encontrardes os incrédulos, então fora com a cabeça até terdes feito uma matança entre eles; em seguida, amarrai a quadrilha! (Sura 47: 4-5).


A base do surgimento expansivo do Islão e do ISIS é o assassinato, a escravidão e o roubo. Entre Maomé e o aparecimento do ISIS ficam 1.400 anos em que o Islão se afirmou e manteve com o fomento do medo conseguindo chegar hoje a quase 1,5 mil milhões de fiéis!


Sem uma análise crítica de Maomé, impede-se o desenvolvimento do Islão e consequentemente o progresso de uma grande parte da humanidade. Continuar a manter a mulher como um meio para atingir um fim significa degradá-la ao papel de vítima ao longo de toda a História, significa oprimir metade da humanidade, significa impedir o desenvolvimento da humanidade, significa impedir a interacção equilibrada e justa entre os seus dois princípios da feminilidade e da masculinidade. Neste sentido e não primeiramente devido aos muçulmanos, também a sociedade ocidental, embora proclame alto a igualdade de homem e mulher, concebe-a, porém, em termos de sociedade de matriz masculina. A sociedade muçulmana perpetua o patriarcalismo, e a sociedade ocidental aposta na masculinidade (Só que não está consciente disso, tal como acontece com a sociedade muçulmana não consciente do seu patriarcalismo exacerbado).

 

O caminho mais nobre para o indivíduo e para as instituições, embora espinhoso, é a procura da verdade. Tenho esperança que, com o tempo, se chegue a um estado de consciência em que o lobo e o cordeiro bebam da mesma água e se banhem juntos no mesmo ribeiro.

António Justo.jpg

 António da Cunha Duarte Justo

Teólogo e Pedagogo

 

(1). Os imãs e peritos islâmicos, para poderem acompanhar o tempo terão de recorrer à interpretação do Corão no contexto do tempo em que foi compilado e declarar muitas das passagens como alegorias. Naturalmente um tal empreendimento não será fácil dado o Corão ser considerado, no islão, a inlibração de Deus, o que fundamenta a posição dos extremistas. Os imãs muçulmanos que são cada vez mais na Europa, em contacto com uma sociedade aberta, não poderão continuar a pregar um islão próprio de sociedades homogéneas fechadas. Consequentemente o islão terá de permitir para a sua religião uma teologia de mãos dadas com a filosofia, tal como é tradição no mundo cristão.

 

Bibliografia:

Entre outra: O Corão traduzido para alemão (por Muhammad Rassoul).

Hamed Abdel Samad: “Mohamed”, 2015. - “Der islamische Faschismus: Eine Analyse”, 2014. - „Der Untergang der islamischen Welt: Eine Prognose“.

Mark A. Gabriel (antigo imã da mesquita Al Aksha e antigo professor da Universidade de Al Aksha em Cairo): “Islam and terrorism” e “Jesus and Muhammed”.

 

QUANDO AS AMIGAS CONVERSAM...

 

 

«LA TÊTE EN FRICHE»

BB-La tête en friche.jpg

 

 

Nas nossas conversas “en friche” deste Domingo, falou a minha irmã com muito entusiasmo de um filme que vira no 1º canal – “As minhas tardes com Margueritte” – tradução, que achou descabida, do título “La tête en friche”, que nos aconselhou a ver, agora que já manejamos o replay com mestria. Não sei o que fez a nossa amiga, que diz ter perdido a paciência para filmes, mais propensa aos do nosso quotidiano, ela que, repete, em Lourenço Marques não perdia nenhuma das matinées de Sábado, com as amigas e os amigos, e mais tarde em Quelimane com o marido e as amigas das muitas diversões zambezianas. Já eu, docilmente, passei uma tarde de Domingo entre os filmes do Maigret, o cochilar de permeio, os DDT que falhara na véspera, e, finalmente, o filme de 2010, realizado por Jean Becker, leio na Internet, adaptado da obra de Marie-Sabine Roger. A minha irmã falara no excelente papel de Gérard Depardieu e eu resolvi libertar-me, não dos «grandes ruídos modernos das rodas e engrenagens da fábrica», da expressão do Álvaro de Campos na sua Ode Triunfal, tanto mais que era Domingo, Dia do Senhor, e por isso de descanso, mas da vozearia ou sequer cicio das espécies de diálogos presidenciais que, afinal me põem igualmente “em fúria fora e dentro de mim, por todos os meus nervos dissecados fora, por todas as papilas fora de tudo o que eu sinto” e que aspirei a ignorar nessa tarde de santo ripanço.

 

E o que vou no próximo Domingo dizer à minha irmã é que concordo inteiramente com o seu repúdio a respeito da tradução da “tête en friche” para a insonsa “Minhas tardes com Margueritte”, além de outros desvios na tradução brasileira, mais uma vez exemplificativos da máxima “traduttore traditore” não só desvirtuadora do sentido mas eliminadora, neste caso, de um tropo afinal simbólico de todo o enredo: uma cabeça en friche, deixada ao abandono, sem cultura, como o matagal bravio: história de um rapaz simples mas bonacheirão, vítima de troça na escola, como do azedume frustrado da mãe, num ambiente de aldeia, em que a taberna e os homens que a frequentam são o ponto central para o convívio e o ruído das disputas e das entreajudas. Margueritte é uma velhinha simpática sentada num banco de jardim junto das pombas, todas com nome e especificidades anotadas pelo homem da “tête en friche” que com ela travou conhecimento, escutando-lhe as leituras da “Peste” de Camus que ele mal acompanhava mas de que fixava conceitos. A amizade pela velhinha que assim lhe vai desbravando o espírito, terá o seu clímax quando ele a vai buscar a um lar do Estado, onde a família a enfiara por não poder continuar a pagar-lhe o particular onde estivera, e a leva para a casa que herdou da mãe, que afinal sempre vivera a pensar no filho, deixando-lhe uma pequena fortuna.

 

Uma história cor-de-rosa, simpática e bem desempenhada, uma história de vida como gostaríamos que fosse a vida, sem camicases nem jihadistas, nem gente em fuga morrendo afogada, nem cenas tristes de gente sem vergonha, querendo sair do anonimato, em balbucios verbais de absoluta irrisão, como os de tantos desses candidatos presidenciais da nossa farsa política.

 

Uma tarde de Domingo em cheio, no esquecimento.

Berta Brás.jpgBerta Brás

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