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A bem da Nação

SÃO HEROÍNAS, AS MULHERES PORTUGUESAS

 

Simone de Beauvoir.jpg

 

É com o entusiasmo de sempre que releio Simone de Beauvoir, que sempre me pareceu pôr nos seus livros uma densidade de vida que nos fazia devorar a sua leitura e viver com ela as experiências dos seus passeios, dos seus convívios, das suas dores e prazeres, dos seus conceitos, dos amigos que foram povoando e deixando a sua vida, da sua escrita nada rebuscada mas de uma elegância e eficácia de traço perfeitos, resultado de uma inteligência e dom de observação verdadeiramente superiores. Uma mulher que absorveu a vida, que lhe sofreu as tragédias e que pôs nos romances de ficção, como L’Invitée, a mesma seriedade e despojamento íntimo das suas Memórias, quer as da rapariga bem comportada, quer as da força da idade, quer as do após guerra, em “La Force des Choses” em dois volumes que ando a reler. Lembro em “La Femme rompue” a tragédia da mulher dona de casa, mãe galinha e esposa exemplar, que descobre que o marido a atraiçoa, novela que tanto me emocionou na altura, tal o realismo da sua escrita forte e apaixonada, com que exemplificou a condição da mulher subjugada, por princípio machista que a marginalizou para as suas funções próprias de procriação e domínio caseiro, apesar dos escritores que ao longo dos tempos foram alertando para outras possibilidades de realização feminina. Em Le Deuxième Sexe Simone de Beauvoir junta-se ao rol das defensoras da emancipação feminina com essa sua obra filosófica de análise e responsabilização dos dois sexos na defesa dos direitos femininos.

 

Vem isto a propósito do artigo de Maria Filomena Mónica – As mulheres portuguesas são parvas – que o Ricardo me enviou, com apreço pela análise. Maria Filomena Mónica fez-me recuar para Simone, não por identidade de comportamentos – Simone de Beauvoir foi, de facto, uma mulher livre, que se assumiu como tal numa sociedade de que conquistou o respeito – mas nos traços com que se descreveu, os mesmos que, segundo Simone de Beauvoir, os pais e a sociedade esperavam dela – o casamento, a procriação, uma vida sem escândalo. Maria Filomena Mónica é uma mulher bonita, realizada, que luta pelos direitos das mulheres.

 

Ao contrário do que sucede noutros países, em que o dinheiro do trabalho feminino é dispensável no orçamento do lar, podendo as mães permanecer em casa e educar os filhos nos primeiros tempos, em Portugal isso não acontece, os ordenados de ambos os cônjuges indispensáveis para o equilíbrio orçamental. Segue-se que as crianças sejam entregues cedo à vida em comunidade pré-escolar ou escolar, os pais sempre numa sarabanda de movimentação – levar os filhos antes do trabalho, buscar os filhos depois do trabalho, tratar dos filhos. E das refeições. E das roupas. E da casa, suponho que só à noite ou nos fins-de-semana. Vejo isso, do meu sossego de reformada, que de vez em quando fica com os netos. E admiro as mães e os pais com os seus filhos ao colo, pega, despega, num cansaço de rins, mas numa satisfação de cumprimento e de amor.

 

Simone de Beauvoir não teve filhos, foi uma mulher livre que pôde mergulhar na vida e nos livros das suas paixões. É claro que não acontece isso à maioria das mulheres, mas o que me parece – mau grado uma conjuntura laboral que não favorece as mulheres grávidas – é que muitas delas também não querem engravidar porque preferem absorver a vida nos seus prazeres, como fez Simone de Beauvoir. É preciso muito despojamento, muito dom de si, para acumular trabalho e filhos e casa. Felizmente os rapazes hoje em dia já têm mais a noção de uma partilha de tarefas caseiras. O quadro da mulher “escrava”, descrita por Filomena Mónica, aponta para a mulher que se assume nas suas funções de maternidade e de dona de casa, como antigamente. Tem isso a ver, certamente, com a falta de educação ou de interesse cultural de que enferma a nossa sociedade. A verdade é que se pode conciliar trabalho, filhos, casa, interesses culturais. A mulher-a-dias pode ajudar, se os ordenados o permitirem. E o carro tem lugar cimeiro nas suas andanças, é claro.

 

As mulheres portuguesas são parvas

Maria Filomena Mónica.png Maria Filomena Mónica

(Historiadora)

Quando casei, o que de mim se esperava, além da procriação continuada, era que passasse o dia a arrumar a casa, a cozinhar pratos requintados e a vigiar a despensa. Hoje, a estas tarefas vieram juntar-se outras. As mulheres modernas são também supostas ser boas na cama, profissionais competentes e estrelas nos salões

Nos últimos tempos, fui entrevistada por vários jornais, os quais, suponho que devido à crise económica, me enviaram mulheres muito novas. Eram geralmente bonitas, espertas, altas, modernas e rápidas. Eis, pensei, a Nova Mulher. Inesperadamente, o final das conversas tendeu a escorregar para a dificuldade que elas encontravam na compatibilização entre o trabalho e a maternidade. Num caso, aconteceu mesmo ter eu descoberto estar a desempenhar o papel de psicanalista, dando conselhos sobre a forma como a jornalista em causa, que acabara de ter um filho, podia e devia reivindicar para si, sem se sentir culpabilizada, um maior espaço de autonomia.

Suponho que o facto de ser mulher, mãe e avó convida a estas confissões imprevistas. Não me importei: as revelações das jovens serviram para me mostrar que as novas gerações femininas, pelo menos as da classe média, não têm a vida mais facilitada do que eu a tive há quarenta anos. Por um lado, as "criadas de servir", como antigamente lhes chamávamos, são hoje mais caras, por outro, a ideologia dominante sobre a função da mulher alterou-se menos do que eu pensava.

 

É isto que um trabalho, publicado por Karin Wall, do Instituto de Ciências Sociais, e por Lígia Amâncio, do ISCTE, veio demonstrar. A quase totalidade dos portugueses (93 por cento) considera que, num casal, tanto o homem quanto a mulher devem trabalhar fora de casa, mas um número impressionante (78 por cento) diz que uma criança pequena sofre quando a mãe trabalha. Cerca de metade da população afirma que as mães se deveriam abster de trabalhar quando têm filhos com menos de seis anos. Ora, devido aos salários reduzidos da maioria dos trabalhadores masculinos, Portugal possui a mais alta taxa de emprego feminino da Europa, uma situação que só pode conduzir a que as portuguesas vivam em estado permanente de culpabilidade.

Mas há mais. Os portugueses excedem-se verbalmente no seu amor pelas crianças: para 62 por cento, os indivíduos que não têm filhos levam uma "vida vazia". Ora, são estes senhores, que tanto dizem amar os filhos, que se não dão ao trabalho de lhes mudar as fraldas, de os levar ao médico ou de os alimentar. As mulheres portuguesas gastam três vezes mais horas do que os homens na lida doméstica: elas despendem, por semana, vinte e seis horas, eles apenas sete, o que dá uma diferença de dezanove horas semanais, uma média superior à europeia. As portuguesas continuam a ser exploradas, como se nada se tivesse passado desde o momento, na década de 1960, em que a minha geração ergueu a bandeira da emancipação feminina.

Algumas das jovens, que responderam ao inquérito, declararam conformar-se com a distribuição do trabalho vigente, chegando a dizer que "nós nunca nos zangamos por causa das tarefas domésticas", continuando a lavar a roupa, a passar a ferro e a mudar fraldas, como se os filhos não fossem responsabilidade de ambos. Sei, por experiência própria, que é mais fácil fazer greve às tarefas domésticas do que ao tratamento dos filhos. Apesar das minhas resistências iniciais, acabei por admitir que existe um laço afectivo diferente entre a mulher, que teve de carregar um feto na barriga durante nove meses, e o homem que se limitou a depositar nos ovários um montinho de espermatozóides. Mas isto não explica a exploração a que as minhas compatriotas são sujeitas, não só pelos maridos, como por uma sociedade que continua a atribuir-lhe todos os males contemporâneos, do consumo juvenil da droga à anomia cerebral dos alunos.

Nunca esperei que a situação fosse tão má quanto a que este inquérito revela. Na minha ingenuidade, pensei que, na História, havia domínios - sendo um deles a emancipação feminina - em que tinham verificado progressos. Depois de ler estes dados, tenho dúvidas. Algumas raparigas ainda parecem pensar que a sua única função no Universo consiste em desempenhar os papéis de esposas devotadas, seres paranoicamente ocupados com a limpeza do pó e mães tão excelsas quanto a Virgem Maria. De certa forma, o destino das raparigas na casa dos trinta ou quarenta anos corre o risco de ser pior do que o meu. Quando casei, o que de mim se esperava, além da procriação continuada, era que passasse o dia a arrumar a casa, a cozinhar pratos requintados e a vigiar a despensa. Hoje, a estas tarefas vieram juntar-se outras. As mulheres modernas são também supostas ser boas na cama, profissionais competentes e estrelas nos salões. Mas isto é uma utopia. Nem a mais super das super mulheres pode levar as crianças à escola, atender os clientes no escritório, ir à hora do almoço ao cabeleireiro, voltar ao escritório onde a espera sempre um problema urgente, fazer compras num destes modernos supermercados decorados a néon, ler umas páginas de Kant antes de mudar as fraldas do pimpolho, dar um retoque na maquilhagem, telefonar a três "babysitters" antes de arranjar uma, ir ao restaurante jantar com os amigos do marido, discutir a última crise governamental e satisfazer as fantasias sexuais democraticamente difundidas pelos canais de televisão. Estou a falar, note-se, de mulheres socialmente privilegiadas. A vida das pobres é um inferno sem as consolações de que as suas irmãs de sexo, apesar de tudo, usufruem.

É por isso que a luta tem de continuar. Não sei se sou "feminista", nem me interessa debater a questão terminológica. Sei que sou contra todas as injustiças e, entre elas, contra a ideologia que nos quer manter encerradas numa Casa de Bonecas. Ao longo dos anos, tenho ouvido de tudo, incluindo mulheres que dizem estar contra a emancipação feminina. Pensei então que não valia a pena perder tempo com tontas. Mais madura, considero hoje que o melhor é retirar-lhes o direito ao voto, o direito ao divórcio e a protecção legal contra a violência doméstica. Se gostam de ser escravas, que o sejam. Acabou-se o tempo das contemporizações. Quem luta, tem direitos; quem se resigna, fica de fora.

 

Berta Brás.jpg Berta Brás

NÁUFRAGOS DO MEDITERRÂNEO

  

refugiados1.jpg

 

 

As repetidas imagens televisivas da catástrofe dos náufragos do Mediterrâneo, fome, sede, abandono e morte, impressionam o mundo inteiro e especialmente a Europa. Vagas sucessivas de homens, mulheres e crianças, vindas sobretudo dos países norte-africanos e do Médio Oriente, deixam tudo, arriscam tudo, até a prisão e a vida e, sem as mínimas garantias de segurança e de sucesso, entregam-se nas mãos de traficantes sem escrúpulos e tentam a sorte. Fogem de guerras, de ameaças, da fome e da ausência total de esperança.

 

Não faria o mesmo qualquer um de nós se vivesse nas condições de vida das terras de origem destes refugiados e imigrantes?

 

Perante a crueza das reportagens e a quantidade inusitada de vítimas, a consciência colectiva impressionou-se e os organismos da União Europeia, com bastante celeridade, procuraram responder a este magno problema. Quais as principais medidas acordadas pelo Conselho da Europa para o efeito? Perseguir e punir os traficantes e procurar travar a partida, a partir da origem; melhorar a coordenação dos países da UE; não deixar cair todo o peso sobre a Itália; aumentar o financiamento comunitário para dotar dos meios necessários os diversos organismos envolvidos.

 

Serão positivas estas medidas? Certamente. Mas serão suficientes? Não, certamente! São medidas pontuais, de circunstância, muitas delas policiais e de “primeiros socorros”. É preocupar-se com os furúnculos e não olhar para o cancro...

 

Esta crise, colectiva, não pode resolver-se com medidas pontuais e conjunturais. É preciso olhar de frente o problema e ter a coragem de o atacar na sua origem e nas suas raízes.

 

Enquanto não se trabalhar seriamente pela paz, dentro dos diversos países e entre os vários países; enquanto não se fizer mais pelo desenvolvimento destas países mais pobres donde a esperança de vida desapareceu; enquanto não se levar à séria que os bens deste mundo não são só para alguns mas para todos os humanos; enquanto não se alterar as leis, abrindo progressivamente as fronteiras à imigração legal; enquanto não se avançar por este caminho que incomoda a consciência, insensível e egoísta, as medidas acordadas não passam de paliativos...

 

Não há força neste mundo capaz de suster o legítimo anseio pela paz, pela justiça,, por uma vida humana digna desse nome.

 

 

P. António Vaz Pinto, SJ.jpg António Vaz Pinto, SJ

 

In «Editorial», BROTÉRIA, Abril de 2015, pág. 317 e seg.

NÃO HÁ DÚVIDA!!!

 

 

Não há dúvida que o mundo está apavorado com o crescendo do terror fundamentalista, dito muçulmano.

 

À sombra da mentira e falsidade e da bestialidade esse terror avança pelo mundo.

 

Todos sabemos que isso começa com o próprio Maomé, pela fúria que ele impôs para dominar o mundo árabe e pela total ausência de qualquer esperança de entendimento entre os homens que não adoptassem a sua crença. O Islão nunca foi uma religião, mas um código político para se impor liquidando todos aqueles que não aderissem.

 

Vão mais de mil e trezentos anos de ódio, agressão e destruição e parece que cada vez mais cresce esse ódio pelo Outro.

 

No entanto, os acontecimentos recentes – o aparecimento do Estado Islâmico, Daesch ou ISIS – tem suas raízes, além de tudo quanto tem sido a evolução do islamismo fundamentalista, sobretudo em algumas atitudes que o mundo parece não querer entender, porque só entende, hoje em dia, aquilo que, de qualquer forma, traga riqueza e poderio.

 

Recomeça com força total do wahhabismo na Arábia. A força persuasora de Muhammad ibn Abd al-Wahhab (1703–1792) foi tal que quase fez desaparecer a dinastia saudita, com quem acabou por fazer um acordo: os sauditas governavam e os wahhabistas ficavam com a suprema corte religiosa, a sharia levada ao extremo. Isto é, são eles que mandam!

 

Mais tarde, o wahhabismo continua a ameaçar a corte, faustosa, faustosíssima, dos sauditas e querendo acabar com a monarquia, estes decidem encher os “religiosos” de dinheiro para se calarem. E com esse dinheiro nas mãos fundaram por todo o mundo as madrassas que ensinam o fundamentalismo e incitam à guerra contra “os infiéis”.

 

Madrassa-in-Pakistan.jpg

 

O ocidente, comandado pelos EUA, manobrado por Israel e seguindo pelo vaidoso e inepto Hollande da França, quando começam, na Síria, as lutas para derrubar o eterno governo do clã pró xiita de Assad, decide que era altura deste Bashar al-Assad ser posto fora. Já teria feito muita estupidez, era um ditador, estava-se bem lixando para os direitos humanos – como os outros chefes árabes e não árabes – e criou, pelo mundo uma onda anti Assad, apoiando os inúmeros grupos que o queriam derrubar.

 

Outra golpada americana-francesa com olho no petróleo!!!

 

Gerou-se o caos na Síria, e não foi difícil a um louco, mas muito culto e ultra fundamentalista, Abu Bakr al-Baghdadi, de visualizar que estava aberto o espaço para entrar em acção e se apoderar da Síria e do Iraque!

 

Quer isto dizer, depois que, sobretudo o trio EUA, Israel (na sombra) e França, depois de terem desmoralizado Bashar al-Assad, abriram a porta aos terroristas e o resultado está à vista. São eles, assim os culpados da situação que hoje se vive, e da qual não sabem como sair.

 

Aliás, os EUA nunca souberam como sair de lado algum: da Indochina, Vietname, Panamá, Iraque e ainda do Afeganistão! E se não fosse a bomba atómica ainda hoje talvez estivessem a levar bordoada dos japoneses!

 

***

 

Pelo Brasil “as coisas” também parece que continuam a caminhar de mal para pior!

 

Só algumas “manchetes” para se avaliar o desgoverno, a bandalheira, o corporativismo, e o pretendido caminho para um tipo de soviete, fidel ou chavez, uma desgraça de qualquer forma.

 

Lula e Putin.png

 

Com a bandalha e o permanente e total assalto à res pública, o país está em crescimento zero, ou abaixo, porque o governo tem o que já é conhecido e comentado nos meios financeiros internacionais, uma “contabilidade criativa”: todos os anos refaz novos métodos para cálculo do PIB, para o aumentar um pouco, faz empréstimos fantasmas a bancos do Estado, o mesmo para cobrir défices fiscais e muitas outras manobras vergonhosas e proveitosas, sempre com altos lucros para alguém.

 

O juro básico está em quase 14% e o Banco Central já anunciou que o vai, mais uma vez, aumentar.

 

Entretanto, o desgoverno corta nos orçamentos de infraestruturas, educação e saúde e volta a anunciar a redução de impostos para a compra de automóveis, porque quem manda por aqui é o PT e quem manda no PT são os sindicatos dos metalúrgicos.

 

O Itamarati, o antigamente muito prestigiado Ministério dos Negócios Estrangeiros, hoje desacreditado, acaba também de propor que se declarem secretos uns documentos, já oficialmente abertos à consulta pública, onde se prova a entrega de vários milhões de reais da Construtora Odebrecht ao Instituto Lula. Isto para tentarem proteger a desgastada e corrupta imagem do antigo presidente, o ético lula que quando saiu de Brasília esvaziou a residência oficial, tendo de lá saído com onze – 11 – camiões carregados, três deles frigorificados! Nesses camiões foram os roupões de seda que mandou fazer quando se elegeu, toda a roupa das camas, serviços de jantar, móveis, a garrafeira com dúzias de Chateau Lafitte, Don Perignon e outras “bebidas populares”, etc. Ninguém lhe pediu contas!

 

Aqui sim, nestes casos a sharia faria um belo serviço!

 

Entretanto o mesmo desgoverno – sempre o mesmo – deu instruções para que nas embaixadas dos países donde saem mais terroristas para o mundo, se dê, sem delongas e burocracias, os vistos requeridos por qualquer um que o peça! A Polícia Federal não sabe quantos já aqui estão, mas em compensação sabe que do Haiti vieram já 45.000, só homens, todos ex-militares e a todos foram dados vistos de permanência. Estes “refugiados” haitianos, nem um só trouxe família!!!

 

De um país que tem 39 ministérios, 119.000 cargos de confiança, o presidente do senado com processos na justiça, o presidente da câmara dos deputados idem, um ex-presidente que está podre de rico assim como os filhos, uma presidente que se quer também camuflar, mas quando presidente do conselho da Petrobrás autorizou a compra duma refinaria que valia 100 milhões e pagou 2 bilhões, etc. ... o que se pode esperar?

 

Em qualquer das situações destes dois apontamentos, não chega a valer a pena cortar a “a cabeça da hidra”!

 

No Brasil cortando a cabeça do sapo-barbudo, quase com certeza que o PT mete as unhas dentro ou arma uma revolução.

 

Como no resto do mundo, o mal é como câncer em estado avançado. Há que cortar TODAS “as cabeças de medusa”.

 

Que esta seria a solução, NÃO HÁ DÚVIDA.

 

Entretanto dá nojo ver tanta vergonha que nos rodeia, em todo o mundo.

 

Como excepção sobram-nos, desde quase sempre, os países escandinavos, para nos mostrarem que ainda pode haver ética.

 

Quando? Onde?

 

12/06/2015

 

Francisco Gomes de Amorim, Junho 2013, Lisboa.jpg

Francisco Gomes de Amorim

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