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A bem da Nação

D. DINIS

 

 

1313 [E. 1351], Vila Franca, Março, 19.

 

Carta régia de doação ao infante D. João Afonso das aldeias do Outeiro de Miranda,
Vila Verde de Bragança, Vilarelhos da Terra de Valariça, Cortiços e Cernadela
em terra de Ledra.

 

 

En o nome de deus Amen.

Sabham quantos esta carta uirem como Eu Don Denis pela gra de deus Rey de Portugal /

e do Algarue Ensembra con A Reya dona Jsabel mha Molher e con o Jffante dom Afonso nosso filho primeyro herdeyro de /

meu prazer e de mha liure uóóntade dou e outorgo a uos Joham Affonso meu filho por Jur de herdamento pera todo sempre, a Aldeya /

do Outeyro de Miranda e a Aldeya de Vila uerde de Bragança, e a Aldeya de Vilarelhos de terra de valariça e a Aldeya /

dos Cortiços e de Cernadela que son en terra de Leedra con todos seus termhos nouos e uelhos rotos e por Arronper. Montes fontes pascos Aguas /

entradas e exidas perteenças e con portagem vozes e cóómhas omezios e todo outro Jur e derecto Real que eu y ey e de derecto deuo a auer /

tanbem tenporal come spiritual.

 

E mando que as aiades liures e quites e eysentas de todo chamamento e de todo foro que a mjm aiam de ffazer /

ou a algua vila de meus Reynos. e melhor se as uos poderdes melhor auer. que uos e os uossos filhos lijdimos e aqueles que de uos de /

cenderem lijdimamente de derecta linha as aiades e possuades pera todo sempre Liuremente sen contenda nenhua.

 

E sse per uentuyra uos ou /

os uossos filhos lijdimos ou aqueles que deles decenderem lijdimamente de derecta linha morrerdes sen filhos Lijdimos a sobredicta terra con /

todos seus termhos e perteenças e con todos seus melhoramentos tornem sse aa Coroa do Reyno liuremente sen enbargo nenhúu.

 

E prometo /

a teer e aguardar a uos sobredicto Joham afonso esta doaçom sobredicta assy como dicto he. e nom urjr en contrayro. E se alguus dos /

meus succesores ou outros o que lhys deus e nom leyxe fazer a uos ou a cada huu dos uossos filhos lijdimos ou aaqueles que deles decenderem / lijdimamente de dereyta linha esta mha doaçom quiserem enbargar nom lhy seia outorgado mays se solamente quiser prouar pera en /

barga la aia a yra e a maldiçom de deus e de santa Maria e de toda a Corte celestial e a minha pera todo sempre. E os que esta /

doaçom guardarem e conprirem seiam todos conpridos de toda beençom.

 

E por esta mha doaçom seer mays firme e nom uijr /

poys en duuida. dou ende esta mha carta ao dicto Joham Affonso seelada do meu seelo do Chunbo.

 

Dante en. Vila franca /

dez e noue dias de Março. El Rey o mandou. Bertolameu perez a ffez. Era de Mill trezentos cinquoenta e húü
Ano.../

.el Rey a uyo:
//

El R. D. Danys

 

Lisboa, A.N.T. T.,
Gaveta 3, m. 2, doe. n.0 15.

 

Trabalho de Francisco Gomes de Amorim

NOCTURNOS DE CHOPIN

 http://www.youtube.com/watch?v=F3QFryX6sHY

 

Vej'as notas a sair do piano,

Voando em círculos, para cima,

Sobem as paredes, a sala' nima,

Nocturnos, Nocturnos em grande plano.

 

As notas fogem e rodopiam

E dão vida ao genial Chopin

E os sons da noite qu'arrepiam,

São luzes que acalmam p'la manhã.

 

E nesse êxtase encontro Deus,

Meu Pai e Criador de toda a Arte.

A sala enche-se d'intensa Luz.

 

Fascinam-me os pensamentos meus,

Deus, meu Criador está em toda a parte

E a meu lado sentou-se Jesus.

 

 Luís Santiago

A ORIGEM DO CULTO AO ESPÍRITO SANTO

 

 

Dizia Marcelino Lima, através do livro do picoense Tomaz Duarte Jr, . que ..."A rainha Isabel de Aragão introduziu em Portugal o culto do Espírito Santo, sob a égide espiritual e os ideais escatológicos do Abade Joaquim de Flora". O que levou em 1323 à fundação da primeira Igreja do Espírito Santo e respectivo hospital ( Vila de Alenquer) no nosso país.

 

A exemplo das Associações alemãs e francesas medievais ( 1160) que sob a invocação do Espírito Santo se dedicavam ao auxílio de indigentes, pobres e doentes, depois da sua expansão em Portugal com a fundação de Confrarias, Irmandades e Casas do Espírito Santo, no século XV, chegou com os franciscanos aos Açores. Hoje as festividades do Espírito Santo são uma força que marca a cultura e o turismo religioso no Arquipélago e na diáspora açoriana, apesar da sua decadência no Continente.

 

 

Procissão das Rosquilhas, Vila da Madalena (Pico)

 

Fonte: O CULTO do Espirito Santo ( Tomaz Duarte Jr.) 2001

 

 Maria Eduarda Fagundes

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