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A bem da Nação

BASTA PUSILÂNIMES !!!

Assusta-me pensar que o povo português esteja indiferente ao que lhe possa acontecer: Tornar-se mais uma das (insatisfeitas) comunidades autónomas espanholas. Será que não se importa em pagar com a independência ao conforto de uma suposta estabilidade económica? Que tipo de português pusilânime é esse, o de agora, que se acovarda e submete às mesquinharias políticas e às dificuldades financeiras? Que se esquece das lutas e bravuras das Odisséias vivenciadas pelos seus antepassados? Que nega para seus filhos o direito herdado de decidir por si, de falar a sua própria língua, de honrar a sua pátria? Será que os homens deste país se esqueceram de mostrar à mocidade que ela tem uma cara e que ela custou caro?

Estátua da Maria da Fonte: Lisboa

 

Mesmo que o meu dinheiro esteja no SANTANDER e o DNA dos meus cromossomas tenha o código genético igual do espanhol, aprendi com meus pais que a minha terra, a minha história e a minha alma são portuguesas!

 

Maria Eduarda Fagundes  

Uberaba, 1/12/07

A PROVÍNCIA PLATINA-O TROPEIRISMO NO BRASIL - 3

                      

Final da parte 2: Na região de São Vicente (actual estado de São Paulo) existia a servidão indígena agravada com a crise do domínio holandês. Isto fez surgir o tráfico de índios capturados, que a acção dos jesuítas não foi suficiente para impedi-lo. Os religiosos acabaram expulsos de São Paulo, centro de  irradiação  das bandeiras de apresamento indígena.


       Do lado das colónias espanholas todos os pontos e focos de penetração e de povoamento foram bases de onde a Companhia de Jesus se lançou à conquista indígena com a finalidade de catequese.  Em torno de pequenos grupos religiosos reuniam os índios Guaranis  convertidos.  O crescimento das missões  determinou a introdução da actividade pecuária de forma extensiva com o gado solto nas pradarias para alimentar os índios.  Os jesuítas estabeleceram-se nos actuais estados do  Rio Grande do Sul e do Paraná e nos actuais países da Argentina e Paraguai. Assunção era o centro de irradiação do avanço jesuíta para a área servida pela rede fluvial platina, onde organizaram as primeiras reduções para separar os povos Guaranis dos núcleos de povoamento branco. Dessa região partiram até o actual estado do Rio Grande do Sul quase todo devassado pelos religiosos dentro da zona de demarcação de Tordesilhas de domínio espanhol sob a vigência e dependência do Governo sedeado em Assunção. Os padres jesuítas organizaram nessas reduções núcleos humanos para o trabalho e a produção eficiente. A região passou a oferecer dois atractivos: o índio, que seria escravizado e o gado. Ocorreu aos paulistas a carência de braço indígena para suprir as regiões agrícolas privadas do africano. Motivados pela necessidade, lançaram-se sobre os povos jesuíticos. Várias expedições bandeirantes paulistas atacaram a região arrebanhando os indígenas aldeados. Os ataques transitórios, que ocorreram até 1640, tinham também o objectivo de repelir o povoamento de origem hispano-jesuíta. Neste ano a autonomia portuguesa estabeleceu-se em território metropolitano e seus territórios coloniais, o que significou o restabelecimento da linha de Tordesilhas. Depois de expulsarem os jesuítas, os bandeirantes foram batidos em Mbororé. Atraídos pela mineração mudaram o tipo de suas actividades e o rumo de suas penetrações abandonando o roteiro sul. Os jesuítas transferiram as reduções para a região noroeste do Rio Grande onde fundaram os Sete Povos das Missões e São Miguel, que funcionaram independentes, não observando as decisões de Madrid e Lisboa.

O Meridiano de Tordesilhas segundo diferentes geógrafos: Ferber (1495), Cantino (1502), Oviedo (1545), os peritos de Badajoz (1524), Ribeiro (1519), Pedro Nunes (1537), João Teixeira Albernaz, o velho (1631, 1642) e Costa Miranda (1688). (in Wikipédia)

O Meridiano de Tordesilhas segundo diferentes geógrafos: Ferber (1495), Cantino (1502), Oviedo (1545), os peritos de Badajoz (1524), Ribeiro (1519), Pedro Nunes (1537), João Teixeira Albernaz, o velho (1631, 1642) e Costa Miranda (1688).


    A administração pombalina, em Portugal, contrária à tarefa jesuítica e o tratado de limite de Madrid, que entregou ao domínio português a região missioneira, condenaram a organização das reduções. Como os jesuítas ultrapassaram os limites traçados pelos negociadores de Madrid, as Cortes de Portugal e Espanha enviaram em 1756, expedição à região missioneira e nela lançaram as bases da soberania portuguesa expulsando-os em definitivo de lá. A guerra desorganizou a estrutura económica e política das reduções. As manadas de gado reunido e desenvolvido pelos religiosos nas estâncias de suas reduções espalharam pelos campos. Em lugar propício os rebanhos desenvolveram extraordinariamente e constituíram a base económica sobre a qual teve início a etapa seguinte da vida sulina: O domínio português reafirmou a sua vontade de se manter e expandir na região devido particularmente ao crescimento da actividade mineradora, que gerou um mercado interligado ao pastoreio gaúcho.


Continua.


Therezinha B. de Figueiredo
Belo Horizonte, 30 de Novembro de 2007.

DIA DA RESTAURAÇÃO

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Cada vez mais celebramos cada vez menos a restauração nacional e até há quem publicamente pugne pela união ibérica numa atitude que há não muito tempo daria cadeia. Mas em democracia é assim, cada um pode dizer o que entende, sobretudo quando em sintonia com as regras em vigor de combate a quaisquer sentimentos patrióticos.

 

Sujeitos a esta doutrina internacionalista, compreende-se que os sucessivos Governos tenham deixado de apoiar as celebrações do 1º de Dezembro e que a efeméride se limite a discreta evocação celebrada em Lisboa por poucos cidadãos junto ao monumento na Praça dos Restauradores.

 

É neste cenário que vem a propósito referir o que acaba de se passar em Espanha:

1 - A companhia aérea Ibéria foi nestas últimas semanas alvo de assédio accionista por parte da British Airways (possuindo 10% da empresa espanhola, queria passar a ter mais) em consórcio com uma empresa americana (Texas Pacific Group) e com mais três empresas financeiras espanholas não identificadas pelo The Economist na edição de 29 de Novembro de 2007 de que retirei a informação. Pois bem, perante a possibilidade de o controle de gestão da sua empresa aérea de bandeira passar para mãos estrangeiras, o Governo de Madrid fez com que a Caja Madrid reforçasse a posição de accionista na transportadora para 23% e anulasse o assédio liderado pelos ingleses que se terão retirado da estrutura accionista da Ibéria;

2 – Na semana que agora finda, noticiaram os jornais de Lisboa que os potenciais investidores portugueses foram impedidos de acorrer à Bolsa de Madrid no âmbito do processo de privatização da eléctrica Iberdrola.

 

O liberalismo internacionalista em Espanha é moeda de uma só face: a que interessa ao nacionalismo espanhol.

 

Entretanto, desfraldemos a nossa verde-rubra já que pouco mais nos é permitido.

 

Henrique Salles da Fonseca

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