SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE
De um relatório que me é enviado periodicamente extraio uma questão que julgo interessar a todos os residentes em Portugal:
- « (…) A comissão que estuda modelos alternativos para financiar o Serviço Nacional de Saúde apresentou uma espécie de ponto de situação (…) [em 24 de Novembro de 2006]. (…) A ideia base dos peritos é simples. Como a economia não acompanha o ritmo de crescimento da despesa em Saúde, Portugal tem de fazer alguma coisa: aumentar os impostos, criar um imposto especial para a saúde, permitir aos cidadãos saírem do SNS, fomentar os seguros privados, enfim, há várias hipóteses em cima da mesa, nenhuma delas particularmente agradável para os cidadãos, porque aumenta os encargos. (…)»
Para além da questão muito provável de, como utentes, mais tarde ou mais cedo, todos virmos a necessitar de cuidados de saúde e até mesmo de hospitalizações, temos também tudo a ver com o reverso da medalha na nossa inultrapassável condição de contribuintes.
Seria interessante trocarmos impressões sobre este assunto e por isso pergunto o que se deve fazer. Para não facilitar a questão, sugiro que nos imaginemos na posição do Ministro da Saúde.
Lisboa, Dezembro de 2006
Henrique Salles da Fonseca
