Sábado, 3 de Abril de 2010
PATERNALISMO ESTATAL

 

 
É impossível levar o pobre à prosperidade através  de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deverá trabalhar sem receber...  O governo não pode dar a alguém aquilo que não tira de outro  alguém... 
Quando metade da população entende a ideia de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e  quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao  começo do fim de uma nação!!!...
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a...
 

Adrian Rogers

 

 

 

RENDIMENTO MINIMO

 

…VERDADEIRA QUALIDADE DE VIDA

 

 

Qualidade de vida é receber € 800,00 mensais (ou mais) para não fazer nada.

 

Qualidade de vida é levantar à hora que se quer porque os outros trabalham para ele.

 

Qualidade de vida é ter como única preocupação escolher a pastelaria onde vai tomar o pequeno-almoço e fumar as suas cigarradas, tudo pago com os impostos dos outros.

 

Qualidade de vida é ter uma casa paga pelos impostos dos outros, cuja manutenção é paga pelos impostos dos outros, é não ter preocupações com o condomínio, com o IMI, com spreads, com taxas de juro, com declaração de IRS.

 

Qualidade de vida é ter tempo para levar os filhos à escola, é ter tempo para ir buscar os filhos à escola, é poder (não significa querer) ter todo o tempo do mundo para acarinhar, apoiar, educar e estar na companhia dos seus filhos.

 

Qualidade de vida é não correr o risco de chegar a casa irritado, porque o dia de trabalho não correu muito bem e por isso não ter a paciência necessária para apoiar os filhos nos trabalhos da escola.

 

Qualidade de vida é não ter que pagar € 250,00 de mensalidade de infantário, porque mais uma vez é pago pelos impostos dos outros.

 

Qualidade de vida é ainda receber gratuitamente e pago com os impostos dos que trabalham o computador Magalhães que de seguida vai vender na feira de Custóias.

 

Qualidade de vida é receber gratuitamente todo o material didáctico necessário para o ano escolar dos seus filhos e ainda achar que é pouco.

 

Qualidade de vida é ter as ditas instituições de solidariedade social, que se preocupam em angariar alimentos doados pelos que pagam impostos, para lhos levar a casa, porque qualidade de vida é também nem sequer se dar ao trabalho de os ir buscar.

 

Qualidade de vida é não ter preocupação nenhuma excepto saber o dia em que chega o Carteiro com o cheque do rendimento mínimo.

 

Qualidade de vida é poder sentar no sofá sempre que lhe apetece e dizer: TRABALHAI OTÁRIOS QUE EU PRECISO DE SER SUSTENTADO.

 

Qualidade de vida é não ter despesas quase nenhumas e por isso ter mais dinheiro disponível durante o mês do que os tais OTÀRIOS que trabalham para ele.

 

Qualidade de vida é ainda ter tempo disponível para GAMAR uns auto-rádios, GAMAR uns carritos e ALIVIAR umas residências desses OTÀRIOS que estão ocupados a trabalhar OU ASSALTAR uma ourivesaria.

 

Qualidade de vida é ter tudo isto e ainda ter uma CAMBADA DE HIPÓCRITAS a defende-lo todos os dias nos tribunais, na televisão, nos jornais.

 

Isto sim, isto é qualidade de vida.

 

 

 

(Autor desconhecido, recebido por e-mail)

 



publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:31
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5 comentários:
De Miguel Mota a 4 de Abril de 2010 às 22:53
A minha sugestão, a propósito deste problema, que já publiquei mas não parece ter merecido qualquer atenção, foi a seguinte:

O subsídio de desemprego é hoje um enorme encargo, do qual o estado não recebe nada em troca. Além dos subsídios pagos há a carga burocrática necessária para processar esses pagamentos.
Em alguns casos é possível que certos desempregados tudo façam para manter essa para eles cómoda situação. Uma sugestão, não só para combater esses casos mas para muitos outros, é decretar que quem recebe subsídio de desemprego seja obrigado a dar à comunidade 4 horas por dia de serviço cívico.
Tanto nos serviços do estado como nas autarquias e mesmo em empresas, só se os chefes forem muito incapazes é que não encontram actividades úteis que possam ser exercidas durante 4 horas diárias por aqueles que recebem subsídio sem darem nada em troca. Só 4 horas porque as outras 4 horas por dia deveriam ser dedicadas a procurar emprego. As actividades exercidas não dariam quaisquer direitos como "emprego", embora durante essas 4 horas as pessoas estivessem submetidas às mesmas obrigações dum empregado. Seria uma forma da sociedade receber algo em troca do subsídio, contribuindo para o aumento da produtividade nacional. Os trabalhadores honestos, que não encontram emprego mas a quem não agrada a ociosidade, acolheriam esta actividade com agrado pois até nesse trabalho poderiam aumentar os seus conhecimentos e, eventualmente, revelando-se eficientes, aumentariam as probabilidades de encontrar quem lhes desse emprego. Suspeito que alguns, que hoje recebem subsídio de forma fraudulenta (já vi na comunicação social a indicação que podem atingir 10%), não estariam interessados, pelo que automaticamente deixavam de ser subsidiados. É uma sugestão que deixo a quem de direito.

Miguel Mota


De Henrique Salles da Fonseca a 4 de Abril de 2010 às 23:09
Muito bem, Senhor Professor! Concordo plenamente com a ideia.

Muito provavelmente, os honestos haviam de conseguir ficar empregados nesses locais em que fossem colocados durante o desemprego. Os outros...

Continuemos a dar ideias pois alguma «coisa» há-de chegar aos ouvidos do Poder.

Fazemos isto para o bem da Nação, não para que nos louvem.

Henrique Salles da Fonseca


De Luis Santiago a 5 de Abril de 2010 às 21:04
Concordo inteiramente, Senhor Professor. Já falei desta distorção do que é um apoio do Estado a quem efectivamente merece. Mas, eu ia mais longe. Reduziria o tempo de atribuição do subsídio a metade e voltaria a reapreciar o processo. Se o subsidiado não provasse ter-se empenhado verdadeiramente na procura de um novo emprego deixaria de ter o subsídio. Já se falou na comunicação social de casos em que as autarquias procuram pessoas para trabalho cívico e não aparece ninguém ou recusam fazer o serviço solicitado. Mas, a Lei carece de profunda e endurecida alteração, porque, uma coisa é o apoio ao desemprego e outra coisa é a política de apoio à ociosidade descarada ... por interesse político de caça ao voto. Mas se repararmos atentamente na sociedade portuguesa actual o que se premeia é o modo de vida à custa do Estado e daqueles que trabalham.


De Miguel Mota a 5 de Abril de 2010 às 23:33
Agradecendo, apenas quero dizer que estou totalmente de acordo com esses agravamentos.
Miguel Mota


De Miguel Mota a 6 de Abril de 2010 às 00:07
Eu estou totalmente de acordo com o seu texto e se referi não ser contra os partidos foi para que alguém não interpretasse a minha frase no Expresso de 1979 como sendo contra. O que não posso tolerar é que, como vejo ser aceite pela maioria dos portugueses, eles sejam detentores de poder ditatorial tão dominante que, à base da nossa não plebescitada Constituição (o que, em tempos actuais, lhe tira toda a validade), os cidadãos não possam candidatar-se a deputados e 8 milhões de eleitores só tenham "licença" de votar em listas (por ordem fixa!) feitas por meia dúzia de ditadores. Para corrigir essa anomalia e mesmo não sendo jurista (mas sabendo o que pretendo para o meu país) publiquei numa revista universitária uma "Proposta de Alterações à Constituição" (que o Dr. Henrique Salles da Fonseca amavelmente incluiu no A Bem da Nação em 8-2-2010) e onde está a alteração a fazer aos Artigos 149º e 151º para tornar democrática a eleição dos deputados. Infelizmente, a grande maioria dos portugueses não parece estar interessada e chama a isto "democracia"!
Com os meus cumprimentos.
Miguel Mota

Artigo 149º
Alterar para:
Os Deputados são eleitos por círculos eleitorais uninominais, constituídos por um conjunto de freguesias adjacentes, somando um total de (40.000 a 50.000 ?) eleitores ou, no caso de haver freguesias com mais do que esse número de eleitores, por bairros adjacentes, de forma a situarem-se dentro daqueles limites.

Artigo 151º
1 - Alterar para:
As candidaturas serão apresentadas, nos termos da lei, por um grupo de não menos de X nem mais de Y eleitores do respectivo círculo eleitoral.
Definir os números X e Y. Pode considerar-se como referência a eleição para o cargo de Presidente da República, em que a proporção é de, aproximadamente, um a dois por cada mil eleitores. Para um círculo de 40.000 eleitores teríamos 40 a 80 proponentes, que parece ser número aceitável.


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