Terça-feira, 1 de Dezembro de 2009
1 de Dezembro

 

RESTAURADORES EM 1 DE DEZEMBRO DE 1640
 
Afonso de Menezes, D.
Álvaro Coutinho da Câmara, D.
Antão Vaz d’Almada, D.
António de Alcáçova Carneiro, D.Alcaide-mor de Campo Maior
António Álvares da Cunha,D. 17º Senhor de Tábua
António da Costa
, D.
António Luís de Menezes, D.1º Marquês de Marialva
António de Mascarenhas
, D.
António de Melo e Castro
António de Saldanha – Alcaide-mor de Vila Real
António Teles da Silva – Governador do Brasil
António Telo
, D.
Carlos de Noronha, D.
Estêvão da Cunha
Fernando Teles de Faro
, D.
Fernão Teles de Menezes – 1º Conde de Vilar Maior
Francisco Coutinho
, D.
Francisco de Melo
Francisco de Melo e Torres – 1º Marquês de Sande
Francisco de Noronha
, D.
Francisco de São Paio
F
rancisco de Sousa, D.1º Marquês das Minas
Gaspar de Brito Freire
Gastão Coutinho
, D.
Gomes Freire de Andrade
Gonçalo Tavares de Távora
Jerónimo de Ataíde, D.6º Conde de Atouguia
João da Costa, D.1º Conde de Soure
João Pereira
, D.
João Pinto Ribeiro, Dr.
João Rodrigues de Sá
João Rodrigues de Sá e Menezes, D.3º Conde de Penaguião
João de Saldanha da Gama
João de Saldanha e Sousa
Jorge de Melo
Luís Álvares da Cunha
Luís da Cunha
Luís da Cunha de Ataíde, D.Senhor de Povolide,
Luís de Melo, Alcaide-mor de Serpa
Manuel Rolim, D. – Senhor de Azambuja

Martim Afonso de Melo – Alcaide-mor de Elvas
Miguel de Almeida, D.4º Conde de Abrantes
Miguel Maldonado
Nuno da Cunha de Ataíde, D.1º Conde de Pontével
Paulo da Gama
, D.
Pedro de Mendonça Furtado – Alcaide-mor de Mourão
Rodrigo da Cunha, D.Arcebispo de Lisboa
Rodrigo de Menezes
, D.
Rodrigo de Resende Nogueira de Novais
Rui de Figueiredo – Senhor do morgado da Ota
Sancho Dias de Saldanha
Tomás de Noronha, D. - 3º Conde dos Arcos
Tomé de Sousa - Senhor de Gouveia
Tristão da Cunha e Ataíde - Senhor de Povolide
Tristão de Mendonça
 
TOTAL = 55
 
Fonte: Genea Portugal em http://genealogia.netopia.pt/home/article.php?id=67
 

 


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publicado por Henrique Salles da Fonseca às 08:55
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6 comentários:
De Henrique Salles da Fonseca a 1 de Dezembro de 2009 às 09:13
RECEBIDO POR E-MAIL DO DR. ANTÓNIO MARQUES, EX-PRESIDENTE DO GRUPO DOS AMIGOS DE OLIVENÇA:

Reproduzindo, com a devida vénia, um "postal" de Paulo Morais no blogue Blasfémias:

«Último Primeiro de Dezembro
Primeiro de Dezembro. Entra hoje em vigor o Tratado de Lisboa. No mesmo dia em que se comemora a Restauração da Independência Nacional, os governantes portugueses alienam o poder democrático de que estão mandatados em nome do povo português. Cedem-no a um directório em Bruxelas, que não dispõe de qualquer legitimidade democrática. Esta nova União Europeia não é mais do que uma adaptação pós moderna da ex União Soviética. E o Tratado de Lisboa está para Bruxelas como as cortes de Tomar, em 1581, estavam para Espanha: momentos históricos de subjugação e vergonha.»


De Adriano Lima a 1 de Dezembro de 2009 às 17:49
Senhor Dr. António Marques, as suas palavras são tão amargas e pessimistas quanto falhas de razão e rigor. Não se pode ver o conceito de independência nacional como era visto há séculos, quando o território ocupado marcava o começo e o fim das aspirações imediatas de um povo, quando o interesse vital se consumia nos limites geográficos visíveis, quando a percepção que se tinha dos vizinhos era tão vaga como a noção da distância separadora das fronteiras.
Não é só de agora que uma outra visão do mundo abre ao homem uma ideia mais amplificadora do que pode ser o deu destino no planeta. O seu pensamento, Dr. António Marques, corresponde a um conceito arcaico demais para resistir aos impulsos e energias que, irreversivelmente, tornam o mundo actual a tal “aldeia global”. É a própria salvaguarda da paz e do interesse futuro dos povos que aconselha a sua união, desde que possível estabelecer instrumentos políticos que garantam o funcionamento do todo unido em torno de objectivos que se discutem e se definem em instituições democráticas. Veja que, com uma Europa unida, dificilmente voltarão os conflitos e as guerras que, sob os mais diversos pretextos, dilaceraram o velho continente num passado não ainda muito longínquo, como algumas fotografias do III Reich me fizeram há dias recordar. E isso não é pouco, convenhamos. Mas a visão da união vai muito para lá do desejo de preservar a paz, visa acertar e unificar políticas de desenvolvimento para melhor competir com potências ou interesses rivais.
De facto, não se pode olhar para a independência dos povos com o mesmo óculo antigo. No mundo de hoje, o da Internet e dos aviões supersónicos, como é possível raciocinar com a mesma lógica do tempo da carroça e dos archotes? Os portugueses e os espanhóis não se sentem menos portugueses e menos espanhóis pelo facto de unidos em torno de políticas comuns, visto que uns continuam a cantar o fado e a comer a sardinha assada e outros a dançar o flamengo e a comer a paella. Isto é, a sua alma permanecerá sempre intacta e inviolável no refúgio secreto onde se moldam as identidades. Estou convencido de que os patriotas D. João VI, D. Afonso de Menezes, D. Antão Vaz d’Almada e o Conde de Castelo Melhor não subscreveriam as palavras do Senhor Doutor.


De Luís Santiago a 3 de Dezembro de 2009 às 22:52
Sr. Coronel Adriano Miranda Lima, Já tinha passado por este comentário e pensei em escrever umas linhas questionando-me porque o Sr. Dr. António Marques, Homem corajoso e que mantém viva a nossa luta por Olivença, como território nacional, teria vindo comentar o Tratado de Lisboa, nestes termos, comparando a actual Europa à ex-União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Modelo este, para além de cortinas de ferro e muros de Berlim, em nada comparado com o modelo Democrático Ocidental. Levo estas observações, feitas com uma total falta de lógica e realismo, para um arfar intenso do coração nacional e magoado do Dr. António Marques. À Europa falta hoje, não um Tratado mas uma Constituição. A União faz a força. Aquela união e aquela força sustentada num modelo democrático. A outra caiu, sendo uma união, precisamente, porque não estava alicerçada pela força da vontade popular livre e sufragante , mas pela força do medo e do terror de um poder monolítico. Creio que o Sr. Dr. António Marques, reflectindo, não vai insistir em comparar o modelo de democracia - que pode ser melhorado -, actualmente, vigente na Europa, com o modelo de partido único da ex-URSS cuja único objectivo social e económico era, não o bem estar da população, mas o poder militar mundial. Os meus cumprimentos aos dois Luís Santiago


De Henrique Salles da Fonseca a 1 de Dezembro de 2009 às 12:39
RECEBIDO POR E-MAIL:

Bom dia, CE Salles da Fonseca!
É preciso sempre lembrar o que interessa a todos como nação. Reforça o sentido de nacionalidade.
Parabéns!
Saudações elistas.
CE Maria Inês Botelho-PRESINT


De Manuel Alves a 1 de Dezembro de 2009 às 14:18
Dr Salles da Fonseca
Bem haja por lembrar, no dia de hoje, em que se comemora o DIA DA RESTAURAÇÃO DA INDEPENDÊNCIA DE PORTUGAL, o nome dos HOMENS BONS PATRIOTAS que, arriscando a própria vida, lutaram e VENCERAM os traidores e subjugadores de Portugal.
Em memória desses VALOROSOS, me recolho em respeitoso silêncio.
Não posso, contudo, deixar de manifestar o meu veemente repúdio, pelo verdadeiro ULTRAJE, pela VERGONHA e pela HUMILHAÇÃO que os traidores de hoje (1-12-2009) estão a fazer passar os Portugueses que o são, de alma e coração.
Para estes "Miguéis de Vasconcelos", o meu completo desprezo.
VIVA PORTUGAL !
PORTUGAL É PARA CONTINUAR
A BEM DA NAÇÃO
Manuel Alves


De Henrique Salles da Fonseca a 1 de Dezembro de 2009 às 19:24
RECEBIDO POR E-MAIL:

Estamos de parabéns. Até quando?
Berta Brás


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