Segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
AINDA O «TGV»

 

 
 
De Autor não identificado cujo texto me chegou por mão amiga, respigo:
 
Quando Isabel I de Castela se casou com Fernando II de Aragão, foi Castela que absorveu Aragão e não este aquela, e os dois tomaram o nome de reis de Espanha, quando eram apenas reis de Castela-Aragão. Intui-se que com esta designação Isabel I, a verdadeira rainha de "Espanha" (Fernando, agora V, não passava de um rei-consorte), tinha em mente a absorção por Castela de todo o território de Espanha, mera designação geográfica. E conseguiu-o com a conquista do reino moirisco de Granada. Faltava-lhe apenas anexar Portugal, onde reinava " O Homem", como ela designava o nosso D. João II. Nunca lhe foi possível fazê-lo.
 
Quando à língua de Castela chamaram "espanhol" reafirmava-se a intenção de estendê-la a toda a península hispânica. Nunca foi conseguido esse desiderato.
 
Contudo, nos recessos da alma do orgulhoso "espanhol" (diga-se castelhano), a Espanha era toda a Península, politicamente falando e Portugal não passava – e não passa – duma província, quiçá "região", rebelde, irredenta[1], insubmissa, irracional e atrasada.
 
"Presunção e água benta cada um toma quanta quer", diz o ditado. E Portugal sempre através dos séculos se manteve "orgulhosamente só", parafraseando uma expressão distorcida no nosso tempo.
 
Contudo, Portugal ameaçado pelos seus próprios reis – que ou pretendiam eles próprios unir a península sob o seu ceptro ou se casavam intensamente com princesas "espanholas" (diga-se, castelhanas) – foi invadido em 1580 e submeteu-se a Espanha (diga-se, Castela) durante 60 anos.
 
Depois, em fins do século XVIII, o exército português, aliado ao exército espanhol (diga-se, castelhano) combateu os franceses revolucionários no Rossilhão e foi traído por este (exército castelhano) que fez as pazes com os franceses sem dar satisfação aos portugueses, povo espanhol de segunda categoria. E poucos anos depois, estes mesmos castelhanos fizeram um pacto com os franceses para repartição entre eles do passivo reino português: perdemos "apenas" Olivença e sua Comarca que, sendo portuguesa, ficou castelhana ilegalmente até hoje.
 
Fala-se também que Afonso XIII, durante a 1ª república em Portugal, pensou na invasão do nosso país. Fala-se também que a tese de fim do curso militar de Francisco Franco foi o plano de anexação de Portugal em breves horas. Sempre a mesma obsessão não confessada[2] de agregar Portugal a "Espanha" (diga-se Castela).
 
Hoje, está em cima da mesa o plano de construção do TGV que nos ligaria a Madrid.
 
O TGV em Portugal, que ouvimos ser defendido pelos castelhanos, chamando retrógrados, passadistas, reaccionários aos Portugueses que o recusam,   é mais uma manifestação dessa obsessão íntima a que fiz referência atrás.
 
O TGV[3]  é uma via de acesso rápido a Portugal, uma forma de invasão castelhana, uma tentativa de domínio castelhano sobre Portugal.
 
Portugal é hoje um país minúsculo. Por isso mesmo tem o dever de defender intransigentemente a sua independência, porque uma panela de barro junto de panelas de ferro, parte-se com  certeza. E todos os bons Portugueses querem o seu País inteiro e digno.
 
O traçado de um putativo TGV que sirva Portugal deverá atravessar a fronteira próximo de Bragança em direcção a Irun. Em Portugal, o traçado deve ligar Bragança ao Porto sendo Lisboa o terminus da linha que se inicie em Helsínquia com passagem por Paris.
 
Porquê este traçado? Porque hoje Paris não ameaça a soberania portuguesa e Madrid não pensa noutra coisa.
 
Lisboa, Outubro de 2009
 Henrique Salles da Fonseca


[1] Irredentismo – Doutrina segundo a qual devem pertencer a Itália todas as regiões politicamente dela separadas mas que lhe estão ligadas pelos costumes e pela língua. In «Dicionário Torrinha», Ed. 1947
[2] - Não confessada nos corredores diplomáticos mas ensinada actualmente às crianças na instrução primária espanhola em que a Península Ibérica é apresentada como um todo, incluindo Portugal
[3] - Madridocêntrico

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publicado por Henrique Salles da Fonseca às 09:53
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15 comentários:
De Henrique Salles da Fonseca a 12 de Outubro de 2009 às 14:09
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Se isso o afirma, é porque é verdade, pois Salles da Fonseca costuma documentar-se bem. Mas talvez não seja tão dramático assim! Sempre tivemos "barões assinalados" que não iriam deixar, enquanto que os "traidores" que "houve algumas vezes" são só "alguns". Ou eram! Agora somos capazes de sermos mais, há 35 anos que os primeiros fertilizaram o solo, e deitaram semente. Também já não temos exército que preste, pacíficos que somos, com os governantes que temos a preparar o terreno. Umas horas são suficientes para liquidar o que sobra deste país, que se farta de comer produtos do trabalho e eficiência espanhóis. Quem sabe mesmo se virão de TGV as tropas espanholas!
Berta Brás


De Henrique Salles da Fonseca a 12 de Outubro de 2009 às 21:48
RECEBIDO POR E-MAIL:

Concordo com a reflexão sobre a "espaÑa" (= Castela, mas nem Castela... senhores que se serviram do povo castelhano - estendido - para abafar os outros povos da Península, não só Portugal).
António Gil Hernandez
(Santiago de Compostela Galiza)


De Henrique Salles da Fonseca a 13 de Outubro de 2009 às 14:02
RECEBIDO POR E-MAIL:

Parabéns pelo excelente artigo que já divulguei
Chrys CHRYSTELLO


De Ângelo Cristóvão a 13 de Outubro de 2009 às 22:39
O que poderia eu dizer a respeito do conteúdo deste texto, sendo galego? Posso trazer para aqui a evidência dos factos, do que aconteceu historicamente à Galiza. Posso acrescentar mais advertências, e mais factos pouco conhecidos. A isto poderá responder-se que é tudo um exagero. Muito bem. Aceitemos a explicação do exagero e olhemos para outro lado.

No caso de as evidências não servirem para analisar a realidade, pediria atenção para os discursos, e teria especial cuidado com aqueles que justificam a desigualdade, a ausência de reciprocidade nas relações luso-espanholas, como a situação normal e desejável. Se isto for aceite como princípio das relações, Portugal terá perdido a primeira batalha.



De Henrique Salles da Fonseca a 13 de Outubro de 2009 às 22:55
Aos nossos Amigos lusófonos da Galiza:
Peço que considerem vossas as «páginas» deste blog para nos ajudarem a ver a verdade.
Henrique Salles da Fonseca


De irritado a 15 de Outubro de 2009 às 15:37
É facto que a Hispania romana integrava o território que veio a tornar-se Reino de Portugal. A seguir a 1640, em plena guerra da Independência, a laboriosa "reconquista" do reconhecimento internacional do Reino levou a nossa diplomacia, por exemplo, a casar Catarina de Bragança com Carlos II de Inglaterra levando no seu dote os imensos territórios de Bombaim (Boa Baía) que vieram a dar origem ao Império Britânico na Índia - coisa que, hoje em dia, não faz parte de curriculo de curso algum na Grã-Bretanha.
De tal luta fazia também parte a contestação da legitimidade de os reis de Castela se intitularem "reis de espanha", uma vez que, em boa verdade, só o foram durante os 60 anos de dominação política da Nação Portuguesa. O reconhecimentoi internacional veio a conseguir-se, mas este último objectivo nunca foi alcançado.
Dizia De Gaulle que "le Portugal est une Catalogne qui a réussi". Mas é muito mais do que isso. Culturalmente, e mesmo durante o domínio político estrangeiro, sempre resistiu à castelhanização.

O caso do "TGV" é, evidentemente, um sinal claro do ciúme castelhano em relação a Portugal. Os castelhanos, em matéria de transportes, sempre oscilaram entre a conquista (servindo-se das vias portuguesas) e o isolamento de Portugal (através, por exemplo, da linha da Galiza à Andaluzia, dando a volta a Portugal, sempre do lado de lá da fronteira. Os exemplos são inúmeros e a linha política de Castela, nesta matéria, não carece de demonstração.
A cegueira idiota (para dizer o menos) do socialismo português leva-nos a, com o argumento da "ligação à Europa" embarcarmos na estupidez fatal que é fazer um CAV (comboio de alta velocidade, não TGV) para Madrid, oferecendo-lhe assim, de mão beijada e em definitivo, o estatuto de "capital da Península", ou seja, outorgando-lhe e pagando-lhe a realização de um um seu secular objectivo estratégico.
A "ligação à Europa", aliás não passa de (mais) uma aldrabice do senhor Pinto de Sousa e quejandos. É que a linha pára em Madrid! Como se madrid fosse "a Europa"! Não há ligação à "Europa", nem haverá tão cedo, nem se sabe se tal ligação (um CAV levaria cinco ou seis horas de Lisboa a Paris, o que, é evidente, jamais será concorrencial com o transporte aéreo.

Do que precisaríamos, isso sim, era de uma linha rápida de mercadorias que ligasse Sines aos centros industriais espanhóis, "obrigando-os" a a usar um porto português que, esse sim, poderia passar a ser um porto europeu. Mas isto, ou se negoceia com a "cunha" dos franceses, ou jamais terá pés para andar, porque, como é óbvio, os castelhanos não querem!

O que falta a Portugal, apesar de tantos think tanks que vivem à pala do orçamento, é um mínimo de pensamento estratégico!

ABC

www.irritado.blogs.sapo.pt


De Henrique Salles da Fonseca a 15 de Outubro de 2009 às 19:11
O que falta a Portugal não sei ao certo; o que falta aos políticos de serviço é aquela fruta redonda e encarnada que faz parte das saladas tradicionais...
Custa-me a crer que esses políticos não vejam o óbvio que nós enxergamos com toda a facilidade; temo é que vejam e que concordem com a rede madridocêntrica.
Insisto: o traçado de um putativo CAV deverá ligar Lisboa-Porto-Bragança-Irun-Paris-Helsínquia.
Boa ideia: proponho que passemos a chamar ao CAV de «o putativo».
Henrique Salles da Fonseca


De Henrique Salles da Fonseca a 1 de Novembro de 2009 às 14:44
RECEBIDO POR E-MAIL:

Assisti ontem no Instituto de Defesa Nacional a uma interessante Conferência proferida pelo Investigador Manuel Ros Agudo que divulgou o documento aprovado pelo Alto Estado Maior espanhol em Dezembro de 1940 contendo um pormenorizado plano de invasão de Portugal e que permanecera escondido durante mais de 60 anos.
Importa sublinhar, desde logo, que a existência de tal plano sempre fora sustentada por algumas personalidades e forças políticas e sempre fora terminantemente desmentida pelos Comandos Militares e Governos de ambos os Países.
Por outro lado, tal plano representa a continuação do plano de anexação de Afonso III visando confessadamente “corrigir os lapsos dos séculos XIV e XVII que tinham permitido a independência a Portugal”.
Por fim, convirá ter presente dois factos tão simples quanto significativos: por um lado, um dos dois principais eixos desse plano de invasão (Madrid, Badajoz, Elvas, Évora, Setúbal, Lisboa), coincide praticamente com o traçado do TGV defendido por Sócrates...
Por outro lado, ainda hoje, uma das divisões de elite do Exército Espanhol, a célebre “Divisão Brunete”, sediada a Norte de Madrid, tem por uma das suas missões tácticas ocupar Lisboa em 24h!!Este é um motivo sério de reflexão, em particular quando se pretende à viva força fazer-nos acreditar que os planos anexionistas espanhóis não são uma ameaça a considerar em termos de estratégia militar e política do nosso País.
Poderão ler mais “pormenores” (que não o são), no Público.
28 de Outubro de 2009
Helena Alves


De Carlos Silva a 1 de Junho de 2010 às 00:52
Afinal de quem é a autoria deste texto? É que este texto aparece, igualzinho, no blogue do Advogado Garcia Pereira, com o título "A invasão de Portugal". http://www.garciapereira2009.net/ Andamos todos a copiarmo-nos uns aos outros? Já sabia que a internet é um farwest, mas calma lá com os cowboys. Quem é a Sra. Helena Alves? Um heterónimo do Garcia Pereira? Ou é ao contrário? Ou ambos copiaram de uma terceira fonte que não revelam? Convém não alimentar mitos urbanos. Carlos Silva


De Henrique Salles da Fonseca a 1 de Junho de 2010 às 09:40
Senhor Carlos Silva:
Em resposta à sua pergunta inicial, queira ler a minha primeira frase.
Ou seja, não sei identificar o Autor e apenas me interessa o conteúdo do escrito. Se se trata ou não do Dr. Garcia Pereira, eis um mistério que não sei desvendar e a que não dedicarei alguma fracção do pouco tempo de que disponho para estas funções.
Cumprimentos,
Henrique Salles da Fonseca


De João Fernandes a 29 de Abril de 2010 às 17:58
O senhor Pinto de Sousa, Sócrates ou seja o que for, não passa de um Miguel de Vasconcelos do séc. XXI vendido aos euros castelhanos e que não esta cá para fazer mais nada do que defender os interesses castelhanos e matar Portugal, seguindo as indicações do senhor zapatero e dos seus tutores do ps, nomeadamente Mário Soares e Almeida Santos, mais 2 traidores à pátria e esta gente o que quer é matar Portugal e entregar isto de bandeja aos castelhanos, para desta vez formar a grande ibéria, é que como nos não quisemos ser espanhóis, então como nós não achamos piada à designação que os romanos davam á península, eles partiram para a segunda volta e desta vez roubaram a designação que os gregos davam a isto e querem fazer de nós ibéricos à força, contando para isso cá com os serviços do traidor do primeiro ministro.

Em relação este TGV é basicamente uma obra de subalternização de Lisboa em relação a Madrid, e de colonização de Portugal por parte de Espanha, com o objectivo claro e declarado de reduzir a bolsa de Lisboa insignificância, de endividar Portugal, e de fazer o convite as multinacionais que ainda estão sedeadas em Lisboa para que se mudem de malas e bagagens para Madrid assumindo a designação ibérica empobrecendo ainda mais Portugal e diluindo cada vez mais a fronteira entre Portugal e Espanha, esta é que é a verdade do TGV, verdade esta que ninguém tem coragem de dizer aos Portugueses, e o TGV é a ponta de lança do ataque final de Espanha a Portugal plano este que tem como objectivo a perda e alienação da soberania e independência de Portugal em relação á Espanha, não há que ter dúvidas quanto a isso, este sempre foi o seu grande desígnio e continua a ser desde à quase 900 anos.

É que as vias de comunicação são meios de estruturar o território quer queiramos quer não, no passado Estaline quando quis domar os siberianos fez o transiberiano desde Moscovo a Vladivostok, os americanos quando quiseram domar tanto os índios americanos como os habitantes da costa leste não fosse eles lembrar-se de querem formar um pais na Califórnia, fizeram também uma linha férrea desde Washington a São Francisco, agora os castelhanos para para domar e colonizar os portugueses querem fazer o TGV a ligar Lisboa a Madrid, o objectivo é o mesmo dos dosi exemplos anteriores, e quando um banqueiro ganancioso e sem escrúpulos como o senhor Ricardo Salgado vem dizer em Julho do ano passado que o TGV serve para estrutura a ibéria, e que a ibéria é o futuro de Portugal, não sei quem é que ainda pode ter duvidas quanto as verdadeiras intenções desta linha férrea a ligar Lisboa a Madrid, isso seria o reconhecimento tácito da perda de independência de Portugal em relação à Espanha.


Contudo parece que agora essa palavra esta na moda, parece que é snob ser usada, e pelos vistos parece que já começam a haver Portugueses que não se importavam de passar a ser vassalos dos castelhanos, alienando a nossa soberania ao fim de 900 anos, começando logo pelo primeiro ministro e por parte da sua comitiva, nomeadamente Mario Lino que se confessou iberista na Galiza em 2006 na apresentação do TGV, obra esta de colonização que que a bem da independência do nosso pais não pode ser feita neste moldes, nunca se pode ligar lisboa-madrid, isso seria a subalternização de lisboa em relação a madrid, a redução da bolsa de lisboa à insignificância e a perca de independência a médio prazo.

Aa ligação a Europa a ser feita terá que o ser ou pelo corredor que aqui é descrito, ou seja, Lisboa- Porto –Bragança – Irun- Handaye (França) ou então pelo corredor Lisboa - Vilar Formoso – Valhadolid – Irun – Handaye (França), nunca por Madrid, isto é impensável, e nunca no passado os Portugueses para se deslocaram para a Europa tiveram que passar por Madrid, ou únicos que lá iam eram os traidores e os que estavam feitos com eles.

Mas se um ministro que se confessou iberista em funções é o cúmulo, dois é surreal, e a verdade é que em Setembro de 2009 o senhor Luís Amado, Ministro dos negócios estrangeiros disse em plena campanha eleitoral em Pombal que o futuro de Portugal passa pela "ibéria", como é que é possível?


De João Fernandes a 29 de Abril de 2010 às 18:04

Para completar o quadro de iberistas temos o senhor Rui Pereira, até há bem pouco tempo Grão mestre do oriente lusitano (GOL) e uns dos cérebros que se encontra por detrás desta conspiração, o tal que fez as alterações ao código penal de 2007, que tanto jeito tem dado ao Sócrates agora com os casos das escutas.


Depois vem com o ópio do povo, o futebol, a maioria dos portugueses anda anestesiada e não vê nada, andam todos contentes com o mundial dito "ibérico", são como um macaco a quem dão veneno para ele mascar e eles mascam todos contentes, isto um insulto para Portugal e para os portugueses, e uma ameaça à nossa soberania.


Se lhe chamassem luso-espanhol ainda pensaria, agora ibérico, que nojo, este pais começa a ficar pejado de traidores iberista à pátria começando logo no governo pelo primeiro ministro e seguindo-se-lhe os ministros.

Eu não faço parte do conjunto de portugueses que anda para ai aos saltos com o dito mundial "ibérico" que este traidor desse sócrates juntamente com o Congolês do Madail andam para ai a promover, em que estão literalmente a dar veneno aos portugueses sem que a maioria se aperceba do perigo que isso representa para a nossa soberania, porque o objectivo deste mundial é que os portugueses se familiarizem e se achem ibéricos, e no dia que isso acontecer estarão literalmente castelhanizados.

Isso para mim é um insulto aos portugueses, chamar-nos a nos portugueses ibéricos é o mesmo que chamar-nos espanhois, é que a diferença entre essas duas palavras é que a Hispânia era o nome dado a península pelos romanos, ibéria é nome dado pelos gregos, e como nós não quisemos ser espanhóis no sec 17 e 18 parece que agora querem-nos obrigar a ser ibericos, basicamente, é a segunda volta da ofensiva castelhana iniciada na segunda metade do séc 19, a partir de 1850, só muda o nome, porque tanto um como outro é sinónimo de domínio da língua, cultura castelhana e economia castelhana, naquela altura os traidores eram o Oliveira Martins e companhia limitada, agora é o Sócrates, ou melhor, o Iberócrates.

Mas não nos ficamos por aqui no que diz respeito ao futebol, se tudo correr bem ainda acabam com o campeonato português de futebol, já levaram para lá o Ronaldo, a este qualquer dia casam-no com uma espanhola e não tarda a dizer que é um ibérico como o Futre disse aqui há tempos numa entrevista à RTP, ele e o Figo, que dois traidores também, e querem meter estes Cavalos de Tróia na federação de futebol, que perigo!

A seguir o objectivo é o Mourinho e fazer do Real Madrid o clube dos castelhanos, o quarto grande de Portugal, ou mesmo o maior grande de Portugal, como disse o vendido do Gabriel Alves na TVI no programa do Sousa Martins, depois daqui a uns anos quando os putos que estão a nascer em Badajoz tiverem idade para votar e já a cá houver milhares de espanhóis a trabalhar nos cargos de chefia das empresas fazem um referendo e acabam com o pais, o plano passa por isto, e pelo TGV que a ser feito nos moldes actuas Lisboa-madrid é a desgraça de Portugal.

E isto não vai ficar por aqui no que respeita futebol, e o objectivo é acabar com o campeonato português de futebol, e criar um campeonato dito ibérico, o Sporting já foi tomado de assalto pelos traidores iberistas, começando no presidente que trabalhava no Santander, mas pior do que isso o senhor Salema Garção já se mostrou receptivo a isso, sendo sondado por quem, pelo boy mais famoso do Sócrates, o RUI PEDRO SOARES o men do caso PT/TVI, foi a Madrid tratar da compra da Tvi com os espanhóis da Prisa, e que nesta semana ficou ainda mais famoso por se ter recusado a responder aos deputados, também já anda a trabalhar no sentido de acabar com o campeonato português.

(Verhttp://bussola.blogs.sapo.pt/119972.html)


De João Fernandes a 29 de Abril de 2010 às 18:07
E isto acontece porque a Espanha está-se a desmoronar como um castelo de cartas, num referendo feito dia 13 de Dezembro do ano passado 94,7% dos catalães votaram favoravelmente a independência de espanha, o os bascos desses nem se fala e dos galegos esses sentem-se mais Portugueses do que espanhóis, e sendo assim como a espanha se esta a desmoronar como um castelo de cartas os castelhanos vêem no iberismo e na subordinação de Portugal a única forma de acalmar os ímpetos independentistas de catalães, bascos e galegos, valeno-se também do traidor do Saramago que foi contratado pala PRISA depois de lhe terem comprado um prémio Nobel para dar ppalestras na Catalunha, e Pais basco e Galiza dizendo que os Portugueses querem ser espanhóis, como que se isso fosse verdade, sendo esta a única hipótese de manter esta espanha defunta e moribunda unida, aniquilando para isso Portugal, este é o plano que esta a ser forjado pelo Sócrates e pelo zapatero para a destruir e matar Portugal, não tenham dúvidas sendo o TGV e o futebol dois dos elementos que estão a ser usados.

Os castelhanos/espanhóis do miolo, da meseta, de Madrid, essa gente nem pregos nos compra, tem um ódio de morte por Portugal, porque para eles nós somos um povo inferior, um povo de analfabetos e deficientes, é assim que eles nos consideram.

Eles andam é atarefados a ver se destroem Portugal, com o seu boy de serviço cá no nosso burgo, o traidor do sócrates que anda feito com eles, bem como alguns dos seus ministros que já se confessaram iberistas e anteriormente referidos, nomeadamente Mário Lino e Luís Amado, traidores à pátria é o que são, e o maçónico que actualmente esta no MAI.

Depois fecham maternidades em zonas de fronteira, como Elvas, e mandam as portuguesas parir a Badajoz, fecham centros de saúde como Valença no Minho e mandam o pessoal para Tui, ou seja o objectivo é diluir as fronteiras para que o pessoal se passe para o lado de lá, como os de Valença que já hasteiam bandeiras espanholas, o povo não se apercebe que está a cair na armadilha que estas traidores andam a montar e estão a morder o isco como eles querem.

No que respeita as politicas comunitárias a desgraça continua, e o tratado de Lisboa, que infelizmente e ainda por cima tem o nome da nossa capital no que eu designo como uma espécie de presente envenenado, visto que retira poderes aos estados, e caminha assustadoramente para um estado federalista, e desta feita antes de o assinaram a grande maioria dos países da Europa com litígios históricos fronteiriços, nomeadamente a República Checa, Polónia e Áustria colocaram clausulas de salvaguarda na assinatura do tratado em relação á Alemanha, nós com 900 anos de história a ter como vizinho um abutre destes sempre pronto as atacar-nos, em vez de fazermos o mesmo, não, assinamos tudo pela mão desse senhor que nos desgoverna há uns anos e que tem como principal prioridade a Espanha, Espanha, Espanha.


De João Fernandes a 29 de Abril de 2010 às 18:09
Este novo tratado de Lisboa a coisa torna-se ainda mais perigosa, visto que retira ainda mais poderes aos estados membros e passa-os para os burocratas de Bruxelas, nomeadamente no que diz respeito aos direitos sobre o mar e zonas económicas exclusivas ZEE e abre as portas à criação do exército europeu, outro perigo para nós. Se isto correr de feição aos castelhanos daqui a uns anos tempos estamos sujeitos a ter uma brigada de reacção rápida composta e comandada por espanhóis aquartelada em Lisboa ou no Porto por exemplo, o povo anda cego, não vê nada, há que lhe abrir os olhos, e caso não saiba digo-lhe mais, a divisão brunete, uma divisão mecanizada de elite do exercito espanhol aquartelada nos arredores de Madrid tem ainda hoje como um dos seus objectivos tácticos colocar tanques no terreiro do paço em 24 horas.

Estamos assim a assistir à formação de um 4 Reich comandado alemães, franceses e espanhóis/castelhanos, assente no eixo Berlim-Paris-Madrid, esta é que é a verdade, eixo este que se esta a tornar muito perigoso para Polacos, Checos e Austríacos a leste e para nós Portugueses a ocidente devido as cada vez mais constantes interferências dos espanhóis no nosso pais e na nossa politica, e não vale a pena tentar negá-lo, se eles não tivessem interesse em Portugal porque vieram cá os castelhanos da Prisa com consentimento do traidor iberista do Sócrates compar a tvi em 2005?

Eu só fico contente quando vir a Espanha ir pelos ares, com a independência da Catalunha, Pais Basco e Galiza, e em relação ao TGV é melhor nem falar, porque isso é uma autentica obra de colonização e sublaternização de Portugal como já disse que o traidor do Sócrates, O Miguel de Vasconcelos do séc. XXI e companhia nos querem enfiar para darem a facada final em Portugal.

O povo não vê nada, quer é bola, é comido mesmo a frente dos olhos, anda tudo a dormir, e os traidores vão vendendo isto ao desbarato, e em relação ao futebol o que me mete mais nojo é ver o traidor iberista do Ricardo Salgado a patrocinar a selecção portuguesa, como é que este traidor iberista que teve a coragem de dizer em Julho do ano passado que “O TGV serve para estruturar a ibéria”, como e com que lata é que este senhor depois vem dar uma de patriota patrocinado a selecção, depois de ter proferido uma afirmação deste calibre, uma autentica vergonha.


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