Quarta-feira, 15 de Julho de 2009
PARA PAIS E EDUCADORES

 

 

 
1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.
 
2. O quarto
não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar alguém com internet, som, tv, etc.


 
3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

 
4. Confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

 
5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

 
6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai (e nas punições também) e vice-versa. Se o pai disse que não ganhará doce, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinquente. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

 
7. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

 
8. Temos queproduzir o máximo que podemos, pois na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio. Não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

 
9. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconsequente, pois aquela informação, de que droga faz mal, não está gerando conhecimento.

 
10. A gravidez é um sucesso biológico, e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

 
11. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para da droga fazer uso. A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.

 
12. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

 
13. Homem não gosta quando a mulher vem perguntar: 'E aí, como foi o seu dia?'. O dia, para o homem, já foi, e ele só falará se tiver alguma coisa relevante. Não quer relembrar todos os fatos do dia..

 
14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

 
15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

 
16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se desistir ou for mal na faculdade.

 
17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

 
18. Mães, muitas são loucas. Devem ser tratadas. (palavras dele).

 
19. Se a mãe engolir sapos do filho, a sociedade terá que engolir os dele.

 
20. Videogames são um perigo. Os pais têm que explicar como é a realidade. Na vida real, não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reencarnar. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

 
21. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

 
22. Pai não pode explorar o filho por uma inabilidade que o próprio pai tenha. 'Filho, digite tudo isso aqui pra mim porque não sei ligar o computador'. O filho tem que ensiná-lo para aprender a ser líder. Se o filho ensina o líder (pai), então ele também será um líder. Pai tem que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível o pai pagar para falar com o filho que mora longe.

 
23. O erro mais frequente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. Não há hierarquia. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o centro do universo.

 
24. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

 
25. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que saber qual é o consumo (KWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto que isso (seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

 
26. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Tem que controlar e ensinar a gastar.
 

Palestra ministrada pelo Dr. Içami Tiba, Psiquiatra, em Curitiba, 23/07/08. Médico pela Faculdade de Medicina da USP. Psiquiatra pelo Hospital das Clínicas da FMUSP.. Professor-Supervisor de Psicodrama de Adolescentes pela Federação Brasileira de Psicodrama. Membro da Equipe Técnica da Associação Parceria Contra Drogas - APCD. Membro Eleito do Board of Directors of the International Association of Group Psychotherapy. Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho "Via de Acesso". Professor de diversos cursos e workshops no Brasil e no Exterior.
Criou a Teoria Integração Relacional, na qual se baseiam suas consultas, workshops, palestras, livros e vídeos.
Em pesquisa realizada em março de 2004, pelo IBOPE, entre os psicólogos do Conselho Federal de Psicologia, os entrevistados colocaram o Dr. Içami Tiba como terceiro autor de referência e admiração - o primeiro nacional.

·                           1º- lugar: Sigmund Freud;
·                           2º- lugar: Gustav Jung;
·                           3º- lugar: Içami Tiba.
 
 
       AMÁVEL COLABORAÇÃO DE
 
       Maria Eduarda Fagundes
 



publicado por Henrique Salles da Fonseca às 06:40
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10 comentários:
De apm a 15 de Julho de 2009 às 11:41
Sabedoria é isto: beleza em estado puro


De maria teresa a 15 de Julho de 2009 às 16:47
Há 50 anos que lido com crianças, adolescentes e jovem adultos na qualidade de mãe, avó, pedagoga (professora e educadora), este receituário com 26 pontos deixou-me completamente estupefacta.
Andei toda a vida errada, será? Eu que ensinei jovens a pensarem por si, conduziu-os pelo caminho do aprender a aprender, ajudei-os a descodificar e a discutir códigos sociais e familiares, que os considerei como ser independentes e únicos, não propriedades dos pais mas à "guarda" deles, que conjuntamente com uma equipa lhes ministrei conhecimentos de cariz comportamental (sexual e outros), que aceitei as suas opiniões para depois serem discutidas por todos,...
Onde está contemplada a sensibilidade de todo o ser, onde está a sua individualidade, a sua independência espiritual, as suas emoções, a sua racionalidade , a sua humanidade....?
Digam-me que este "receituário" nunca existiu ou que foi uma forma de fazer reagir pais e educadores ( que logo no ponto 1 remete a educação para os pais)

Maria Teresa


De Henrique Salles da Fonseca a 16 de Julho de 2009 às 00:09
RECEBIDO POR E-MAIL:

O comentário de Maria Teresa contestando os preceitos de uma palestra para pais e educadores serviu como confirmação de atitudes que nos passaram perto, ao longo da vida pós-abril, dos pais e professores essencialmente "camaradas" dos seus filhos ou dos seus alunos, que levaram à anarquia e geraram o caos em que hoje se move a sociedade familiar, escolar e por consequência social. Os pais que se destituíram de "autoridade", confundindo tal palavra com "autoritarismo", os professores que pretendem, humildemente, receber mais do que dar, numa abertura piegas e, tantas vezes caótica, de diálogo, em que ambas as partes se posicionam em pé de igualdade, porque o adulto, timidamente, receou ser considerado menos "evoluído" se não alinhasse nas pedagogias da doçura e da troca e da humildade por parte do adulto perante o jovem, tudo isso, balelas com que. a vida, exigente de competência e compostura, se não condói. Embora considere alguns dos preceitos da palestra um tanto drásticos, porque o filho/ aluno tem sempre o seu lugar nos afectos do pai / professor, dentro do rigor e da exigência - mais ou menos maleáveis - o pai / professor devem essencialmente dirigir os seus ensinamentos no sentido da racionalidade e da competência, fomentando a responsabilidade e o civismo do ser que educam, exigindo de si próprios iguais racionalidade, competência e civismo, que não têm que ser destituídos de amor, e até de familiaridade...
Berta Brás


De maria teresa a 16 de Julho de 2009 às 10:02
A Berta Brás faz ilações completamente erradas do meu comentário, não vou entrar em polémica porque tal não conduz a nada, cada um é livre de expressar os seus pensamentos, mas nem todos os adultos e "muito" adultos, que passaram e viveram o pós-abril em pleno, tiveram que ser os professores de cátedra existentes ( a maioria), esses sim apenas professores. Muitos educadores ( professores, pais,...) não se demitiram nem se demitem da sua autoridade mas trilham e trilharam caminhos, sem violarem os direitos das crianças, como tantas vezes está implícito na "palestra".
Não sei qual a experiência que a Berta tem como educadora, eu apenas conheço a minha e a de muitos outros, que seguiram caminhos semelhantes ao meu e viram os seus métodos darem frutos bem "suculentos" e com muito valor para a nossa sociedade.
Os pontos focados no debitar de 26 regras (?) estão desorganizadas e mal explícitas, estão misturadas várias vertentes da educação com indicações de "remédios" revelando um autoritarismo que jamais devia ser permitido.
Em Portugal estamos a atravessar um ciclo de sociedade em mudança, é urgente uma "Educação para a Cidadania" e isso compete aos pais, à família, aos professores e aos governantes.

"Trabalho de criança é pouco mas quem não o aproveita é louco"
Nota: O "trabalho" aqui referido está no sentido lato

Maria Teresa Monteiro


De Henrique Salles da Fonseca a 16 de Julho de 2009 às 11:56
RECEBIDO POR E-MAIL:

Resposta a Maria Teresa Monteiro:
A minha experiência como educadora é de uma mãe de cinco filhos e de professora "secundária" durante os 36 anos - os então pedidos para a reforma. Os filhos educados numa liberdade feita de amor e regras cívicas, um pouco fechada, é certo, à modernidade do ensino sexual, mas suficientemente aberta para compreender alguns desses problemas dos jovens. Não me passaram todos pela frente, pois as aulas, para mim, constituíram uma forma entusiástica de levar ao conhecimento dos alunos aqueles autores ou aquelas matérias que tanto me ensinaram a mim, na exigência pela aquisição do conhecimento, mas flexibilidade de aceitação das competências de cada um, respeitando o seu "estilo", estimulando os alunos com o elogio ou a reprodução - tantas vezes! - na correcção dos testes, das suas respostas, pelo reconhecimento da originalidade, correcção ou objectividade delas. Isso, sim, é respeitar os "cidadãos" em formação, respeitar a Pátria que os produziu - os novos e os antigos - respeitar a língua, respeitar-me a mim, no cumprimento dos programas que tinha a obrigação de ensinar, sem perder muito tempo com os tais problemas da intimidade dos alunos - no respeito, justamente, pela sua liberdade e intimidade, e por mim própria a quem era pedido o cumprimento - não de cátedra, mas de partilha.
Berta Brás


De maria teresa a 16 de Julho de 2009 às 18:04
Resposta à Berta Brás:

Pessoalmente não tenho necessidade de me justificar se fui boa ou má docente, os meus pares já me avaliaram e os trabalhos que apresentei sobre sucesso escolar, pedagogia ,.... tiveram por base experiências reais. Pelo que descreve não fez nada mais do que a sua obrigação como docente. Não sei em que tipo de intimidades fala, necessita de as definir. O que talvez nunca tenha tido, foi oportunidade de leccionar áreas disciplinares, já existentes antes e pós 25 de Abril, nomeadamente Formação Complementar, cujo programa comportava vários temas dois dos quais eram e são: "O Uso e Abuso de Drogas Lícitas e Ilícitas" e Prevenção da Saúde ( aqui estavam incluídos comportamentos sexuais de risco), que era entregue a professores com capacidade para a leccionar, apoiados por psicólogos e terapeutas e com o respectivo conhecimento e agradecimento dos pais, os quais se demitiam totalmente em falar de determinados assuntos, essenciais para o desenvolvimento responsável do jovem (ponto 9 e ponto 10 da tão falada palestra). Talvez também não tenha lidado com jovens deficientes, com as capacidades intelectuais nada danificadas, mas que na escola é que tinham o apoio para uma certa educação que não era dada em casa.
Nunca deve ter dado aulas a jovens de bairros degradados, que na escola encontravam para além do que o programa previa (por vezes assuntos muito dispersos e mal elaborados, repetitivos ao longo dos anos ) , conceitos básicos de educação.
Se me disserem que a Escola é prioritariamente um local para o Ensino concordo inteiramente, mas a Educação não está arredada da Escola, logo à partida a utilização da sala de aula tem regras e essas, têm que ser estabelecidas e se o forem entre todos os intervenientes, serão bem entendidas e muito melhor cumpridas.
Se exemplificasse todos os actos que um professor pratica como educador estaria todo o resto do dia a escrever.
Tenho orgulho em, a partir dos 17 anos , mães conhecidas da minha família, confiarem em mim para as ajudar a educar os respectivos filhos nas férias, em ter os filhos e os netos que tenho e em ter cumprido a minha missão de professora de Matemática, de Ensino Especial, de Coordenadora de um NACDA , de Responsável pela implementação de Cursos Nocturnos,...
Tenho orgulho em todos aqueles que privaram comigo e que hoje, já homens e mulheres, ainda me procuram a pedir conselhos.
Maria Teresa Teixeira


De Henrique Salles da Fonseca a 17 de Julho de 2009 às 08:13
RECEBIDO POR E-MAIL:
Para Maria Teresa Monteiro (Teixeira ?)
Com efeito, eu não tive o supremo prazer que Maria Teresa Monteiro diz ter tido - "pessoalmente", coisa que eu não contestaria, pois que o afirmou a seguir usando a primeira "pessoa" gramatical - com os seus altíssimos métodos de pedagoga, com trabalhos apresentados sobre experiências reais, limitada como fui ao cumprimento das minhas obrigações, como muito bem diz, nas disciplinas da minha competência, absolutamente alérgica às competências que Maria Teresa diz ter desenvolvido. O seu curriculum é invejável e dou-lhe, sinceramente, os meus parabéns, pela sua capacidade de lidar com drogas, deficientes, marginalidades, orientação sexual, intimidades, que eu só esporadicamente e com desprazer, confesso, enfrentei sem vocação. Mas fico contente com o seu trajecto, e creio que cabe à nossa Senhora Ministra da Educação, que também deve ter tido um bom trajecto reconhecido superiormente, oferecer-lhe a medalha do mérito que merece, se me perdoa a redundância. Então é que todos corroborariam no orgulho que já tem, com alargamento de admiradores e a constatação do alargamento dos génios nacionais. Berta Brás


De maria teresa a 17 de Julho de 2009 às 10:33
Resposta a Berta Brás

Hesitei em responder mas como vê saltei essa hesitação. A base de toda a "discussão" foi a forma chauvinista com que a palestra foi descrita sem atender à condição do ser humano que é uma criança, um jovem e um jovem adulto.
Este seu último comentário desviou-se totalmente da discussão iniciada.
Deve ter-lhe escapado a minha indicação de que trabalhei com uma equipa, não fiz todo esse trabalho sozinha, nem nunca o poderia ter feito.
Se citei o que fiz, ou no que colaborei, foi para cimentar, para fundamentar, como uma escola tem que ter várias aberturas, várias respostas, para a panóplia de seres que nos surgem pela frente, na nossa missão de professores. Será justo pessoas que não estão minimamente preparadas para o fazer, fiquem perante uma situação destas? Isso é outro assunto.
Não sou pessoa para me furtar a desafios, principalmente aos que dizem respeito à EDUCAÇÃO.
Numa "discussão" há que saber distinguir o acessório do essencial.
Se por acaso, nalguma das minhas palavras a ofendi ou magoei, peço desculpa, não foi essa a minha intenção.

Maria Teresa da S.C . Monteiro de G. Teixeira



De Henrique Salles da Fonseca a 17 de Julho de 2009 às 18:37
RECEBIDO POR E-MAIL:

Srª D. Teresa Teixeira
Eu também não vou prolongar este pequeno debate, só quero focar a minha estranheza perante o actual panorama escolar que tem diminuído de competência, devido a muitos factores, sem dúvida, incluindo o facto de muitas aulas se tornarem palco de exposição de problemáticas totalmente fora do plano das matérias lectivas. Mas deixo-lhe a última palavra, nem a senhora me convence nem eu a convenço a si, ambas satisfeitas com os respectivos percursos docentes. Os meus cumprimentos.
Berta Brás


De Henrique Salles da Fonseca a 16 de Julho de 2009 às 10:57
A minha experiência como educador corresponde a duas filhas de que muito me orgulho que foram educadas em casa pela mãe e pelo pai e instruidas nas escolas. É claro que em casa também recebiam alguma instrução pois o nosso estilo de conversas familiares a isso conduziu (e conduz). Ambas licenciadas, trabalham em boas empresas.
Mas sempre puderam contar com bom ambiente familiar, sem pais déspotas nem laxistas. Elas próprias sempre souberam seleccionar amizades porque sabiam o q1ue era o bem e o que era o mal. Nunca tivemos problemas.
CONCLUSÃO: ambiente familiar educativo; ambiente escolar instrutivo. Não pode haver troca ou omissão.
Henrique Salles da Fonseca


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